<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/676" />
  <subtitle />
  <id>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/676</id>
  <updated>2026-04-07T14:28:38Z</updated>
  <dc:date>2026-04-07T14:28:38Z</dc:date>
  <entry>
    <title>AVALIAÇÃO DAS RESPOSTAS IMUNOQUÍMICAS, BIOENERGÉTICAS E  FOTOQUÍMICAS DE MACRÓFAGOS FRENTE À TERAPIA FOTODINÂMICA MEDIADA POR ÁCIDO 5-AMINOLEVULÍNICO.</title>
    <link rel="alternate" href="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/726" />
    <author>
      <name>DENIZE IGNÁCIO LEITE, MARA</name>
    </author>
    <author>
      <name>Paulino, Tony de Paiva</name>
    </author>
    <id>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/726</id>
    <updated>2019-08-21T12:39:34Z</updated>
    <published>2013-03-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: AVALIAÇÃO DAS RESPOSTAS IMUNOQUÍMICAS, BIOENERGÉTICAS E  FOTOQUÍMICAS DE MACRÓFAGOS FRENTE À TERAPIA FOTODINÂMICA MEDIADA POR ÁCIDO 5-AMINOLEVULÍNICO.
Autor(es): DENIZE IGNÁCIO LEITE, MARA; Paulino, Tony de Paiva
Resumo: A TFD é uma modalidade terapêutica cujo princípio se baseia no emprego de luz visível e um fotossensibilizador na presença de oxigênio. É usada no tratamento de lesões cancerígenas ou précancerígenas a outras doenças que apresentam crescimento desordenado das células, além de tratamentos cosméticos, odontológicos e como modulação da resposta inflamatória. Por atuação tão extensa, estudos envolvendo TFD em células são necessários porque ainda é difícil diferenciar a intensidade de reação inflamatória do tecido normal com o tecido doente. O objetivo desse experimento foi determinar o metabolismo bioenergético, os níveis de TNF-α, a produção de NO e a peroxidação por macrófagos após o emprego da TFD mediada por ALA. O experimento envolveu coleta de macrófagos do peritônio de ratos Wistar. Essas células foram tratadas e avaliadas segundo grupos como, controle (não tratadas), LPS, LUZ, LUZ+LPS, TFD+LPS e somente TFD para verificar a produção de TNF-α, NO, peroxidação lipídica. Em adição, foi realizado microcalorimetria para avaliar a capacidade metabólica dos macrófagos. A dose da pró-droga (ALA – 150 µg/ml) e fluência da luz (5 J/cm2) foram escolhidas dentro de um padrão de menor agressão possível a função celular, para isso, foi realizada a  viabilidade celular logo após coleta das células, após TFD e antes dos testes de microcalorimetria . Como resultados, nesse experimento não houve produção de NO e peroxidação lipídica. A produção de TNF reduziu significativamente, em relação ao controle, nos grupos tratados com TFD. Assim, baseado no experimento proposto, pudemos concluir que foi possível investigar a produção de TNF-α por macrófagos peritoneais. Quanto à microcalorimetria foi possível determinar a produção energética dos macrófagos após TFD, tratados ou não com inibidores específicos da via glicolítica e cadeia respiratória. Percebe-se, portanto que a TFD interfere no metabolismo energético dos macrófagos nestas vias metabólicas e, portanto há a hipótese de que se houver morte celular via TFD mediada por ALA, esta morte se deve á danos em enzimas e/ou organelas responsáveis por estas vias.</summary>
    <dc:date>2013-03-27T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Avaliação da adaptação e resistência de união de um cimento resinoso em canais radiculares</title>
    <link rel="alternate" href="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/694" />
    <author>
      <name>PACHECO, VERA BEATRIZ MIRANDA</name>
    </author>
    <author>
      <name>Gonçalves, Luciano de Souza</name>
    </author>
    <id>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/694</id>
    <updated>2020-02-07T19:17:48Z</updated>
    <published>2013-03-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação da adaptação e resistência de união de um cimento resinoso em canais radiculares
Autor(es): PACHECO, VERA BEATRIZ MIRANDA; Gonçalves, Luciano de Souza
Resumo: O objetivo neste estudo foi avaliar a resistência de união e a formação de fenda durante o preenchimento de canais radiculares e cimentação de pino pré-fabricado de fibra de vidro utilizando um cimento resinoso auto adesivo associado ou não à um sistema adesivo de condicionamento ácido total. Quarenta incisivos centrais bovinos foram selecionados, tratados endodonticamente e divididos aleatoriamente em quatro grupos: Controle – Cimento RelyX U 100 (U100) + pino de fibra de vidro; Grupo 1 – ScotchBond Multi uso Plus (SB) + U100 + pino de fibra de vidro; Grupo 2 – preenchimento com UC e Grupo 3 – SB + UC. Vinte e quatro horas após a fotoativação os corpos-de-prova foram seccionados transversalmente ao longo-eixo do dente em uma cortadeira metalográfica. Réplicas em resina epóxi foram confeccionadas para visualização da formação de fenda na interface cimento resinoso/dentina em microscópio eletrônico de varredura (MEV). O teste de resistência de união push-out foi realizado em uma máquina de ensaio universal com velocidade constante de 0,5 mm/min. Os valores de resistência de união em Mega Pascal foram submetidos ao teste de Kruskall-Wallis e o post-hoc teste de Dunn. O padrão de falha dos corpos de prova foram observados em MEV. Os resultados obtidos demonstram que a presença do pino não influenciou a resistência de união dos grupos testados. Não foi encontrada também diferença de resistência de união entre as diferentes profundidades do canal radicular. Entretanto, o uso do sistema adesivo influenciou positivamente a resistência de união do cimento resinoso à dentina nos terços cervical e médio, o que pode ser confirmada pela diminuição da frequência de fraturas adesivas nos grupos que utilizaram o adesivo. Não foram observadas fendas na interface entre o cimento resinoso e a dentina independente da utilização do sistema adesivo. No entanto, um número expressivo de bolhas foi encontrado nos grupos onde os pinos de fibra de vidro não foram utilizados, o que pode ter contribuído para o aumento das fraturas mistas e coesivas. Dentro das limitações do estudo foi possível concluir que o sistema adesivo potencializou a união entre o cimento resinoso e a dentina radicular. O uso do cimento resinoso U100 como monobloco primário é menos indicado em relação a utilização dos pinos de fibra de vidro devido a presença de bolhas nas três profundidades avaliadas.</summary>
    <dc:date>2013-03-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>EFEITO DA CICLAGEM TÉRMICA SOBRE A RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE  SELANTES DE FÓSSULAS E FISSURAS AO ESMALTE DENTAL.</title>
    <link rel="alternate" href="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/693" />
    <author>
      <name>DE FÁTIMA ZANATTA, ENI</name>
    </author>
    <author>
      <name>Oliveira, Maria Angélica Hueb de Menezes</name>
    </author>
    <id>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/693</id>
    <updated>2019-08-21T12:39:07Z</updated>
    <published>2013-03-12T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: EFEITO DA CICLAGEM TÉRMICA SOBRE A RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE  SELANTES DE FÓSSULAS E FISSURAS AO ESMALTE DENTAL.
Autor(es): DE FÁTIMA ZANATTA, ENI; Oliveira, Maria Angélica Hueb de Menezes
Resumo: Objetivo: Analisar os efeitos da ciclagem térmica sobre a resistência de união ao microcisalhamento de 2  selantes resinosos e 1  a base de  ionômero de vidro modificado por resina ao esmalte. Material e Método: Sessenta dentes molares humanos hígidos obtidos pelo banco de dentes da faculdade de Odontologia de Uberaba, onde raízes foram separadas das coroas e estas seccionadas no sentido mésio-distal e divididos em 6  grupos (n = 10) de acordo com o selante a ser aplicado: GI - selante resinoso Defense Chroma, GII – selante resinoso Fluroshield   e GIII – selante de ionômero de vidro modificado por resina Vitremer. Os selantes foram aplicados na superfície plana do esmalte, em matrizes de 0,8 mm de diâmetro, de acordo com as recomendações dos fabricantes. Os espécimes foram armazenados em água destilada a 37C por 24 horas. Em seguida, metade das amostras foram submetidas a 1000 ciclos térmicos em banhos de 30 segundos, a temperaturas entre 5ºC e 55°C. O ensaio de microcisalhamento foi realizado com auxilio de uma máquina de ensaio, a uma velocidade constante de 0,5 mm /min e força de 50 kgf. Os valores de resistência de união foram submetidos  a análise de variância de 2 fatores  e   teste de Tukey (p&lt;0,05). Resultado: A análise estatística revelou haver diferença significativa de resistência de união entre os selantes (p&gt;0,5). Não houve interação entre os fatores (selante x ciclagem) (p=01,69) e os ciclos térmicos não influenciaram de forma significativa os valores de resistência de união (p=0,053). Análise do padrão de falha mostrou que fraturas adesivas predominaram em todos os grupos com exceção do G3B que apresentou os três tipos de padrões. Houve uma tendência de redução na frequência de falhas adesivas nos grupos em que os ciclos térmicos foram aplicados, elevando o número de fraturas mistas, ou não no caso G3B mistas e coesivas. Conclusão: ciclos térmicos não influenciaram os valores de resistência de união dos selantes testados. O desempenho dos materiais resinosos foi superior ao do selante ionomérico.</summary>
    <dc:date>2013-03-12T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>EFEITO DE DIFERENTES AGENTES CLAREADORES E DE DUAS TÉCNICAS DE FLUORTERAPIA NA SUSCEPTIBILIDADE À DESMINERALIZAÇÃO DO ESMALTE DENTAL</title>
    <link rel="alternate" href="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/692" />
    <author>
      <name>LUIZA DE FREITAS SALOMÃO, DORCA</name>
    </author>
    <author>
      <name>Geraldo-Martins, Vinícius Rangel</name>
    </author>
    <id>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/692</id>
    <updated>2019-08-21T12:38:49Z</updated>
    <published>2013-03-12T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: EFEITO DE DIFERENTES AGENTES CLAREADORES E DE DUAS TÉCNICAS DE FLUORTERAPIA NA SUSCEPTIBILIDADE À DESMINERALIZAÇÃO DO ESMALTE DENTAL
Autor(es): LUIZA DE FREITAS SALOMÃO, DORCA; Geraldo-Martins, Vinícius Rangel
Resumo: O objetivo desta pesquisa foi avaliar a susceptibilidade à desmineralização ácida do esmalte dental clareado e submetido a diferentes técnicas de fluorterapia. Cem amostras de esmalte dental bovino (6x6 mm) foram aleatoriamente divididas em 10 grupos (n= 10). Os grupos 1 e 2 não receberam clareamento. As amostras dos grupos 3 a 6 foram submetidas à técnica de clareamento caseiro utilizando peróxido de hidrogênio a 6% (HP; G3 e G4) ou peróxido de carbamida 10% (PC; G5 e G6). As amostras dos grupos 7 a 10 foram submetidas à técnica de clareamento em consultório utilizando peróxido de hidrogênio a 35% (HP; G7 e G8) ou peróxido de carbamida a 35% (CP; G9 e G10). Durante o processo de clareamento, os grupos 3, 5, 7 e 9 receberam fluorterapia diária com solução de fluoreto de sódio (NaF) 0,05%, enquanto os grupos 4, 6, 8 e 10 receberam fluorterapia semanal com NaF a 2%. Depois, as amostras dos grupos 2 a 10 foram submetidos a um desafio ácido (ciclagem de pH) durante 14 dias consecutivos. Após, foi realizada a análise da microdureza Knoop das amostras em diferentes profundidades (20, 40, 60, 80, 100, 120 e 200 µm) a partir da superfície externa do esmalte. Os resultados foram submetidos à Análise de Variância de 1 critério,  seguido pelo teste de Tukey (α = 0,05). A comparação entre os grupos 1 e 2 mostrou que o método de desmineralização  foi eficaz. Os grupos que receberam o clareamento caseiro mostraram a mesma susceptibilidade à desmineralização ácida que o grupo 2, independentemente da fluorterapia utilizada. No entanto, as amostras submetidas a clareamento de consultório que receberam um regime semanal de fluorterapia (grupos 8 e 10) demonstraram maior susceptibilidade à desmineralização ácida que o grupo 2 (p&lt; 0,05). Os grupos 7 e 9 mostraram resultados semelhantes ao grupo 2, mas diferentes  dos grupos 8 e 10. Pode-se concluir que a utilização de PH a 6% e PC a 10%, associado a um regime diário ou semanal, não aumenta a susceptibilidade do esmalte à desmineralização ácida. No entanto, o uso de PH a 35% e PC a 35% devem ser associados com um regime diário de fluorterapia, caso contrário o clareamento de consultório pode deixar o esmalte clareado mais susceptível à desmineralização ácida.</summary>
    <dc:date>2013-03-12T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

