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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-15T07:38:10Z</dc:date>
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    <title>PRODUÇÃO DE FERTILIZANTE ORGANOMINERAL A PARTIR DE RESÍDUOS ORGÂNICOS</title>
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    <description>Título: PRODUÇÃO DE FERTILIZANTE ORGANOMINERAL A PARTIR DE RESÍDUOS ORGÂNICOS
Autor(es): DE ALMEIDA, AMANDA APARECIDA DE; DE ALMEIDA, FERNANDA FERRANTE
Resumo: Devido ao grande desperdício de alimentos no país e quase nenhuma destinação correta para eles, a utilização de resíduos orgânicos para a produção de fertilizante orgânico e a posterior produção de fertilizante organomineral, que possui muitas vantagens comparado aos demais fertilizantes é uma forma econômica e ambientalmente viável, sendo este o objetivo desse trabalho. A realização da compostagem com os resíduos orgânicos mostrou-se viável, sendo que o processo apresentou todas as fases desejadas, com duração de 1 mês e meio e um total de 7 kg de matéria orgânica, no estado humificado. Todas as análises realizadas na matéria orgânica foram satisfatórias, comprovando sua qualidade física e química, que é um ponto importante para a produção de fertilizante. O fertilizante orgânico produzido obteve uma formulação de NPK de 0,6-1,1-0,7 e o fertilizante mineral utilizado uma formulação de 9,2-9,29,2, como o fertilizante organomineral é uma junção dos dois a formulação obtida foi de 9,810,3-9,9, que mostrou um total de mistura NPK de 30% dentro das normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que é de no mínimo 10% e este possui a característica de trazer uma melhor eficiência em relação a qualidade física, biológica e química para o solo, além de muitas outras vantagens apresentadas neste trabalho que também possui algumas pesquisas que comprovam a eficiência do fertilizante organomineral para produtividade em comparação aos convencionais.</description>
    <dc:date>2018-11-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>CARACTERIZAÇÃO DE EFLUENTE PROVENIENTE NA PRODUÇÃO DE CREME VEGETAL</title>
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    <description>Título: CARACTERIZAÇÃO DE EFLUENTE PROVENIENTE NA PRODUÇÃO DE CREME VEGETAL
Autor(es): OLGADO, AUGUSTO FRANCO SILVA
Resumo: Atualmente, o volume de detritos despejados nas águas tornou-se cada vez maior, superando a capacidade regenerativa dos mananciais hídricos. Parte da toxicidade associada aos efluentes industriais está relacionada à presença de compostos como óleos, gorduras e cremes vegetais, definidos como emulsão plástica ou fluida. O presente trabalho tem como objetivo geral caracterizar efluente de creme vegetal de uma indústria alimentícia localizada no estado de São Paulo (SP), através da descrição de propriedades da substância, como pH, densidade, presença de cloreto, presença de fenóis, além de Demanda Bioquímica de oxigênio (DBO) e Demanda Química de Oxigênio (DQO). Os materiais utilizados no estudo foram: balança analítica de precisão; phmetro; suporte universal; creme vegetal fornecido por uma indústria parceira; tubo de ensaio; erlenmeyer; pipeta volumétrica; béquer; incubadora; pipeta conta gotas e alça de transferência. Os resultados apontaram para os valores de DBO5 28.779,07 ± 16,11 mg/L e  DQO 38.237, 27 ± 31,04 mg/L nas amostras testadas, sendo a densidade da substância 1080,13 ± 0,225 kg/m³ e o pH = 7,29. Os demais testes como presença de coliformes, fenóis e cloretos demonstraram inexistência. A análise de DBO5 nos fornece um elevado valor final, o que, de acordo com a legislação, os efluentes devem apresentar uma redução mínima de 60% de DBO sendo que este limite só poderá ser reduzido no caso de existência de estudo de autodepuração do corpo hídrico, adequando aos cumprimentos das metas do corpo receptor. O mesmo acontece com a análise de DQO, fornecendo novamente um valor elevado, a resolução exige que só poderão ser descartados os efluentes com valor inferior ou igual a 600mg. Ambas as análises de DBO5 e DQO apresentam elevada carga orgânica na amostra, nos fornecendo 75,26% de biodegradabilidade. O resultado deste trabalho confirma o esperado anteriormente, o efluente total do produto final não atente às especificações ambientais e por isso a indústria terá de utilizar bombonas para a coleta desse residual, contratando algum serviço terceirizado para tratamento e posterior destinação correta do efluente.</description>
    <dc:date>2018-11-16T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/1100">
    <title>REMOÇÃO DE FERRO EM EFLUENTE INDUSTRIAL DE TINTAS ATRAVÉS DE FILTRAÇÃO ADSORTIVA DE FLUXO ASCENDENTE EM LEITO FIXO COM BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR (Saccharum officinarum)</title>
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    <description>Título: REMOÇÃO DE FERRO EM EFLUENTE INDUSTRIAL DE TINTAS ATRAVÉS DE FILTRAÇÃO ADSORTIVA DE FLUXO ASCENDENTE EM LEITO FIXO COM BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR (Saccharum officinarum)
Autor(es): OLIVEIRA, GABRIELLA NARA RODRIGUES; SANTOS, NATHÁLIA REIS
Resumo: Frente ao agravamento das condições de poluição e o descarte inadequado de rejeitos industriais, a água não é mais vista como um recurso inesgotável na Terra. A indústria de tintas é responsável pelo descarte de grande quantidade de poluentes metálicos na água, como o ferro, que apesar de não possuir significado sanitário, pode gerar uma série de transtornos materiais e operacionais. A fim de minimizar os impactos negativos sobre os recursos hídricos e o meio ambiente, novas tecnologias de tratamento de efluentes vem sendo desenvolvidas. O processo de filtração adsortiva reúne diversas vantagens em relação a remoção de sólidos suspensos, remoção da cor e turbidez e remoção de metais solúveis e matéria orgânica residual. Deste modo, este trabalho propôs o tratamento de um efluente de tinta para avaliar a remoção de ferro através de filtração adsortiva empregando bagaço de cana de açúcar, areia e carvão ativado granular. Para proceder com os ensaios de tratamento, após realizar a caracterização do efluente o preparo dos materiais filtrantes, montou-se um sistema de filtração de fluxo ascendente em leito fixo e realizou-se testes em diferentes faixas de pH. A concentração final de ferro nas amostras de efluente tratado foi determinada através de equipamento de espectroscopia de emissão atômica com fonte de plasma. Em pH 2 obteve-se a melhor resposta ao tratamento com taxa de remoção de ferro de aproximadamente 97,8%, pois nesta faixa de pH a solubilidade dos íons ferro favoreceu a adsorção dos mesmos pela biomassa. A adição de carvão ativado e areia ao sistema proporcionou ainda bons resultados em relação a retenção de compostos orgânicos e particulados, conferindo expressiva diferença na cor do efluente tratado.</description>
    <dc:date>2018-11-16T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/1099">
    <title>PROJETO PILOTO DE COLUNA DE DESTILAÇÃO PARA OBTENÇÃO DE ÁLCOOL ISOAMÍLICO A PARTIR DO ÓLEO FÚSEL</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/1099</link>
    <description>Título: PROJETO PILOTO DE COLUNA DE DESTILAÇÃO PARA OBTENÇÃO DE ÁLCOOL ISOAMÍLICO A PARTIR DO ÓLEO FÚSEL
Autor(es): ALVES, DOUGLAS RAMOS; DA SILVA JÚNIOR, LEONARDO FERREIRA
Resumo: Como o Brasil se destaca internacionalmente na produção de biocombustíveis, principalmente o etanol, sua importância é comumente assunto de diversos estudos. O processo de destilação, bem como suas variáveis, é fundamental para um produto final de boa qualidade, porém, a partir dessa operação, também é produzido um resíduo que não tem um valor econômico elevado em seu estado natural, o óleo fúsel. Assim, o presente trabalho tem como objetivo projetar uma coluna de destilação piloto para obtenção do álcool isoamílico presente neste subproduto afim de agregar valor econômico ao mesmo, além de determinar os principais parâmetros físicoquímicos do óleo fúsel. Inicialmente, para comprovar a presença de álcool isoamílico procedeuse uma destilação utilizando uma coluna de Vigreux depois, para o dimensionamento da coluna de destilação foi adotado o método de McCabe-Thiele e, por fim, para a identificação do produto final, a síntese de esterificação de Fischer. Os resultados obtidos foram satisfatórios, uma vez que altura encontrada para a coluna projetada foi 1,22 m, com um diâmetro de 5cm, além disso, dos 10 litros de óleo fúsel utilizados, foram obtidos aproximadamente 4 litros de álcool isoamílico. A reação de esterificação se mostrou satisfatória, uma vez que ficou evidente o cheiro de banana, característico do acetato de isoamila. Encontrou-se uma eficiência de destilação de 36% fazendo deste um parâmetro a ser otimizado em estudos futuros. Portanto, o trabalho apresenta uma alternativa para a utilização de um subproduto correlacionando conceitos estudados e simulando as condições de operação de uma coluna de destilação</description>
    <dc:date>2018-11-16T00:00:00Z</dc:date>
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