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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <title>DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE RESFRIADOR E UMIDIFICADOR DE AR DE BAIXO CUSTO</title>
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    <description>Título: DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE RESFRIADOR E UMIDIFICADOR DE AR DE BAIXO CUSTO
Autor(es): NUNES, T. S.; FERNANDES, D.M.
Resumo: O objetivo deste trabalho foi desenvolver um sistema de resfriador e umidificador de ar para moradores de uma residência e verificar o seu baixo custo de produção e operação quando comparado a um ar condicionado e um ventilador de teto. Foram realizadas a análise de custo do projeto, relação no consumo de energia, comparando-o ao uso de ar condicionado e ventilador de teto no mesmo tempo de funcionamento, a relação umidade antes e após funcionamento, além da variação de temperatura do ambiente climatizado.</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/898">
    <title>A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PARA SE ALCANÇAR A EXCELÊNCIA OPERACIONAL NA INDÚSTRIA</title>
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    <description>Título: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PARA SE ALCANÇAR A EXCELÊNCIA OPERACIONAL NA INDÚSTRIA
Autor(es): SIZÍLIO, T.C.; LIMA, A. D.
Resumo: O presente artigo tem o objetivo de informar a importância do planejamento e&#xD;
controle de manutenção para se alcançar a excelência operacional na indústria. Este artigo&#xD;
consiste em um trabalho de pesquisa bibliográfica onde mostrará através de artigos já&#xD;
publicados os conhecimentos do processo de PCM (Planejamento e Controle de Manutenção).&#xD;
O processo de planejamento e controle da manutenção industrial se inicia através de atuações&#xD;
estruturadas das equipes de campo. Com fluxos definidos para cada célula de manutenção,&#xD;
com objetivo de manter o equipamento apto a produzir pelo maior tempo possível e apenas&#xD;
pará-lo em um momento que cause menor impacto à produção. É conhecido como a condição&#xD;
sine qua non (indispensável/essencial) para o atingimento das metas de disponibilidade&#xD;
operacionais. O conhecimento das técnicas de planejamento e controle, porém, é imperativo&#xD;
que as informações de campo sejam coletadas com a maior confiabilidade possível, pois, é a&#xD;
partir destas informações iniciais que se determinará o sucesso ao fim deste processo. É&#xD;
importante ressaltar que áreas de apoio como a engenharia, armazém, segurança, meio&#xD;
ambiente e médica ambulatorial são fundamentais na definição das estratégias de manutenção&#xD;
e produção.</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/897">
    <title>PRODUÇÃO DE VINHO E AGUARDENTE A PARTIR DA CASCA DE CAFÉ</title>
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    <description>Título: PRODUÇÃO DE VINHO E AGUARDENTE A PARTIR DA CASCA DE CAFÉ
Autor(es): SILVA, T. T.; CAPUCI, A. P. S.
Resumo: Na última década, a produção na safra de café aumentou em 28%, em nível mundial. O aumento do resíduo gerado após o beneficiamento do grão é proporcional ao aumento da produção de café, isto é, a relação entre a obtenção do grão beneficiado e a casca de café é de 1:1. O presente trabalho teve como objetivo desenvolver bebidas alcóolicas, vinho e aguardente, a partir da casca de café, dispondo de inovações nas técnicas no processo fermentativo e de destilação, e oferecendo uma nova destinação e valorização comercial do resíduo do beneficiamento do café. Os teores alcoólicos obtidos na produção do vinho e da aguardente estiveram de acordo com a faixa permitida pela legislação e foram, respectivamente, 11,8% v/v e 38% v/v a 20 °C. O rendimento de produção, a partir de um volume total de 4,2 L de mosto fermentado, foi de 19,05% para o vinho, 18,64% para a aguardente e 62,31% para o volume de vinho restante que sofreu destilação, sendo a proporção de produção de destilado 3:1, 100 mL de aguardente a partir de 300 mL de vinho. Segundo a análise sensorial feita com a autora do presente trabalho, as características físicas finais das bebidas obtiveram avaliações sensoriais positivas quanto a cor e consistência, o aroma e sabor, pois assemelharam-se as características de vinho e cachaça tradicional. O vinho apresentou cor marrom escuro pouco turvo, consistência líquida pouco viscosa, aroma seco e frutado, sabor amargo, seco, frutado e leve essência de café. A aguardente apresentou cor incolor límpida, consistência líquida, aroma e sabor alcoólico e leve essência de café verde. Ressalta-se a importância da correção da turbidez, viscosidade e “secura”, que será realizada em trabalho futuro, para elevar a qualificação das bebidas e a aceitação delas no mercado de gosto popular, uma vez que, há elevada expectativa de aceitação do vinho e da aguardente a partir da casca de café, devido à forte apreciação do grão de café pela população e influência econômica dessa commodity. Assim, conclui-se que é possível a produção de vinho e de aguardente, utilizando a casca de café da espécie Coffea arabica, variedade catuí vermelho, dentro da graduação alcoólica prevista em lei, a partir do processo desenvolvido nesse trabalho, com características físicas agradáveis aos três sentidos, visão, olfato e paladar</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/896">
    <title>IMOBILIZAÇÃO DA ENZIMA β-GALACTOSIDASE DE ASPERGILLUS ORYZAE EM AGAROSE E ÁLCOOL POLIVINÍLICO</title>
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    <description>Título: IMOBILIZAÇÃO DA ENZIMA β-GALACTOSIDASE DE ASPERGILLUS ORYZAE EM AGAROSE E ÁLCOOL POLIVINÍLICO
Autor(es): Santos, R. A. S.; Isaac, C. B. B.; Filho, J. W. de Sousa
Resumo: O objetivo deste trabalho foi estudar a imobilização enzimática da lactase, enzima responsável pela hidrólise da lactose do leite em glicose e galactose. A intolerância a lactose atinge cerca de 70% da população adulta mundial.&#xD;
A indústria de laticínios busca o desenvolvimento de novos produtos com baixo teor de lactose para atender a esse público. A enzima liofilizada β-galactosidase utilizada no presente trabalho é de origem do fungo Aspergillus oryzae da marca Lactosil. A imobilização foi feita utilizando dois suportes diferentes, álcool polivinílico e solução amies agar gel.&#xD;
O meio operacional sofreu variações de temperatura e pH para saber qual suporte resistiria melhor a essas condições. A enzima livre e a enzima imobilizada com amies agar gel tiveram melhor rendimento a 60ºC. Já a enzima imobilizada com álcool polivinílico teve maior conversão a 90ºC.&#xD;
Nos ensaios de variação de pH tanto a enzima livre quanto as enzimas imobilizadas tiveram bons rendimentos de atividade catalítica. Os melhores resultados de atividade enzimática ocorrem em uma faixa de pH variando de 6 a 8, para a enzima livre e para as enzimas imobilizadas. De acordo com os resultados obtidos, pôde-se observar que o álcool polivinílico apresentou maior estabilidade em temperaturas próximas da desnaturação enzimática, ou seja, próxima a 100ºC. No presente trabalho foi-se estudado também o tempo de desnaturação da enzima em temperaturas extremas, estudando assim o comportamento da enzima livre comparado aos suportes utilizados.</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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