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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-07T14:08:38Z</dc:date>
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    <title>EFEITO DA TURKESTERONA NO METABOLISMO DE RATOS OBESOS</title>
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    <description>Título: EFEITO DA TURKESTERONA NO METABOLISMO DE RATOS OBESOS
Autor(es): BELLOCCHIO, ANNA LAURA; Júnior, Geraldo Thedei
Resumo: A obesidade pode ser considerada uma doença crônica, devida ao aumento do armazenamento de tecido adiposo no organismo, relacionando-se com vários riscos para a saúde. Alguns estudos sugerem que o extrato da planta Ajuga turkestanica apresenta uma série de compostos bioativos denominados coletivamente “fitoecdisteróides”, associados à promoção da síntese de proteínas, manutenção do estado anabólico e intensificação de massa muscular magra, ao mesmo tempo, reduzindo tecido adiposo. O objetivo do presente trabalho foi determinar o efeito da administração de um extrato de Turkesterona no metabolismo de ratos obesos. Foram utilizados 25 animais, com peso médio de 140 gramas no início do experimento. Os animais foram induzidos à obesidade pelo consumo de uma dieta hiperlipídico-proteica. Em seguida, foram tratados por gavagem diariamente com Turkesterona (6mg/Kg PC/dia ou 36 mg/Kg PC/dia) ou solução salina estéril. O peso corporal foi monitorado semanalmente e ao final do experimento foram coletadas os órgãos e amostras de sangue para avaliação bioquímica. Os grupos que receberam Turkesterona tiveram uma redução do peso corporal, embora não significativa estatisticamente, quando comparada com o grupo controle. A Turkesterona, nas condições testadas não levou a alteração no peso corporal ou dos órgãos. O tratamento também não causou alteração nos parâmetros bioquímicos avaliados. Diante do exposto, podemos concluir que, nas condições testadas, a Turkesterona não tem efeito no metabolismo corporal e também não provoca alterações bioquímicas no organismo de ratos obesos.</description>
    <dc:date>2016-12-14T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/645">
    <title>AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO DO BIOFILME DE Candida albicans e Streptococcus mutans NA PRESENÇA DE COLOSTRO HUMANO: INFLUÊNCIA DA 3’ SIALOLACTOSE NA BIOMASSA MICROBIANA</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/645</link>
    <description>Título: AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO DO BIOFILME DE Candida albicans e Streptococcus mutans NA PRESENÇA DE COLOSTRO HUMANO: INFLUÊNCIA DA 3’ SIALOLACTOSE NA BIOMASSA MICROBIANA
Autor(es): BARBOSA DE FARIA, JULIANA; Nogueira, Ruchele Dias
Resumo: A cavidade bucal é a principal porta de entrada de inúmeros micro-organismos, sendo que alguns podem formar biofilmes e causar doenças. A organização em biofilmes representa o maior desafio para a ação antimicrobiana e inúmeros estudos buscam formas de controle do seu desenvolvimento. O aleitamento materno representa uma importante fonte nutricional e imunológica para o neonato, que está em um momento crítico para a aquisição de processos infecciosos, pois o seu sistema imunológico de mucosas está em desenvolvimento. O colostro possui inúmeros componentes de defesa como a 3’ Sialolactose que é um oligossacarídeo que parece ter uma atividade antimicrobiana. Há controvérsias que precisam ser investigadas sobre a influência do colostro (C) na formação de biofilmes orais, como os formados pela Candida albicans (CA) e Streptococcus mutans (SM) que são os agentes etiológicos primários de doenças orais comuns na infância, como a Cândidos oral e cárie respectivamente. O objetivo do presente estudo foi avaliar in vitro a adesão inicial e a biomassa formada de biofilme de SM e CA em presença de (C) com ou sem saliva (S) e 3’ Sialolactose (SI). Para tanto, 30 amostras de colostro e de saliva de recém-nascidos de indivíduos de boa saúde geral e oral foram coletadas após o parto. Os ensaios foram divididos em grupos que receberam o colostro antes (C-A), durante (C-DU) e após 24 horas (C-DE) da aplicação da cultura microbiana. Também foram testadas a aplicação da saliva somente (S-A) e em conjunto com o colostro (C+S-A) antes da formação do biofilme. Já os grupos com 3’ Sialolactose receberam o oligossacarídeo em duas concentrações antes (SI-A), durante (SI-DU) e depois (SI-DE) do inóculo microbiano.  Estes grupos experimentais foram comparados com biofilmes de 24h (B24h) e de 48h (B48h). Os biofilmes foram desenvolvidos em placas estéreis de 96 poços com culturas frescas de 24 horas incubadas a 37o C. Os biofilmes formados foram fixados com formaldeído a 10% e posteriormente corados com cristal violeta a 0,1%. Após lavagem com água destilada, ressuspensão e eluição com álcool absoluto, as densidades ópticas foram mensuradas a 490 nm em espectrofotômetro digital. As comparações da quantidade de biomassa formada foram comparadas e analisadas por ANOVA seguido pelo pós-teste de Bonferroni. As frequências de amostras que aumentaram ou diminuíram os biofilmes foram comparadas entre os grupos e foi empregado o teste do Qui-Quadrado e teste Exato de Fisher. Utilizou-se o teste de Correlação de Pearson para comparar os grupos do estudo. Um valor de p&lt;0,05 foi considerado estatisticamente significante. Os resultados dos ensaios de biofilme de SM mostraram que no grupo SM-C-A, em que o colostro foi aplicado antes, formou biofilme de mesma quantidade que no controle (p&gt;0,05).  Por outro lado, nos grupos em que os colostros foram aplicados concomitante ou após o SM (grupos SM-C-DU &#xD;
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e SM-C-DE) houve uma redução significativa da DO obtida (p&lt;0,05). A presença de saliva aumentou a biomassa do biofilme de SM (p&lt;0,05). Os resultados dos biofilmes de CA mostraram que o biofilme formado nos grupos CA-C-A e CA-C-DE não foram diferentes dos controles (p&lt;0,05), mas quando o colostro foi aplicado na presença de saliva (CA-S-A), a DO dos biofilmes foi menor estatisticamente que das obtidas nos grupos controles (p&lt;0,05). A aplicação de Sialolactose reduziu a formação do biofilme de SM e CA, tanto no SM-SI-A-10 e SM-SI-A-20 quanto no SM-SI-DU-20 (p&lt;0,05). O presente estudo permitiu concluir que a saliva ajudou a proliferação do biofilme de SM e que o colostro não impediu a adesão inicial de SM, mas interferiu no acúmulo e desenvolvimento dos microorganismos em biofilmes. Os resultados dos ensaios de CA permitiram concluir que o colostro não altera a adesão e nem mesmo o crescimento de CA, mas a saliva reduz a densidade da biomassa fúngica. A 3’ Sialolactose interfere na adesão e crescimento tanto no biofilme de CA como de SM, sendo um importante componente do colostro com atividade antimicrobiana.</description>
    <dc:date>2016-12-14T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/644">
    <title>AVALIAÇÃO DA DENSIDADE DE CÉLULAS IMUNOMARCADAS POR ANTI-GALECTINA-3, DENSIDADE DE MASTÓCITOS, FIBROSE, MIOSITE E GANGLIONITE EM BIÓPSIAS DE MEGACÓLON CHAGÁSICO</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/644</link>
    <description>Título: AVALIAÇÃO DA DENSIDADE DE CÉLULAS IMUNOMARCADAS POR ANTI-GALECTINA-3, DENSIDADE DE MASTÓCITOS, FIBROSE, MIOSITE E GANGLIONITE EM BIÓPSIAS DE MEGACÓLON CHAGÁSICO
Autor(es): PACIFICO GARVIL, MARIANA; Pereira, Sanívia Aparecida de Lima
Resumo: Introdução: A galectina-3 (Gal-3) é uma molécula que tem sido associada a uma grande variedade de neoplasias malignas, sendo conhecida como um marcador de metástase tumoral. A grande expressão de Gal-3 em câncer colorretal está associada com mau prognóstico e com metástase. Objetivo: Avaliar, através de biópsia, a presença de processos patológicos, a densidade de células imunomarcadas por anti-galectina-3, a porcentagem de colágeno e a densidade de mastócitos na musculatura intestinal de pacientes com megacólon chagásico. Metodologia: Foram selecionados 35 pacientes que haviam sido submetidos à biópsia de intestino entre os anos de 1997 a 2015, os quais foram divididos em três grupos: chagásicos com lesão de mucosa (CLM) (n=13), chagásicos com mucosa íntegra (CMI) (n=12) e não chagásicos sem lesão de mucosa (N) (n=10). Os fragmentos biopsiados foram processados histologicamente e corados pelo picrosírius para realizar a morfometria do colágeno e pelo azul de toluidina para avaliar a densidade de mastócitos. A densidade de células imunomarcadas por anti-galectina-3 foi determinada através da imunohistoquímica. A análise estatística foi realizada utilizando os testes Shapiro-Wilk, ANOVA, Kruskall Wallis, qui-quadrado e teste de correlação de Spearman, com nível de significância de 5% (α&lt;0,05). Resultados: Os pacientes chagásicos apresentavam maior presença de ganglionite e miosite quando comparado aos não chagásicos, com diferença significativa. A densidade das células imunomarcadas por anti-galectina-3 foi significativamente maior no grupo CMI quando comparado ao grupo N. Não houve diferença significativa com relação à densidade de mastócitos entre os três grupos. O grupo CMI apresentou maior porcentagem de colágeno em relação aos grupos CLM e ao grupo N, com diferença significativa. Conclusão: Acreditamos que a Gal-3 está associada ao quadro inflamatório intestinal dos pacientes chagásicos que apresentaram densidade significativamente maior de células imunomarcadas por anti-galectina-3. No entanto, novos estudos deverão ser realizados com intuito de compreender melhor o papel dessa galectina no megacólon chagásico.</description>
    <dc:date>2016-12-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/643">
    <title>ESTUDO COMPARATIVO DA PRESENÇA DE Streptococcus mutans EM AMOSTRAS DE SALIVA E COLOSTRO DE GESTAÇÕES SEM INTERCORRÊNCIAS</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/643</link>
    <description>Título: ESTUDO COMPARATIVO DA PRESENÇA DE Streptococcus mutans EM AMOSTRAS DE SALIVA E COLOSTRO DE GESTAÇÕES SEM INTERCORRÊNCIAS
Autor(es): BEATRIZ DA SILVA, CAMILLA; Nogueira, Ruchele Dias
Resumo: O período neonatal é um momento muito importante para a formação e exposição antigênica do recém-nascido. A boca, por ser a porta de entrada principal do corpo humano, recebe inúmeros micro-organismos de diversas fontes, como por exemplo, pela alimentação. Após o nascimento, a primeira fonte de alimento do neonato é o leite materno que possui inúmeras propriedades imunológicas e nutricionais, mas pouco se sabe sobre a presença da espécie de Streptococcus mutans (SM) em recém-nascidos. O objetivo deste estudo foi o de verificar a presença de DNA de SM (SM-DNA) em amostras de colostro (C), saliva do bebê (SB) e comparar com a detecção na saliva de puérperas (SA) de gestações a termo, sem intercorrências e também com dados coletados em questionários. A coleta do material biológico foi realizada após a aprovação do Comitê de Ética. Para tanto, 43 amostras de C, SA e SB foram coletadas logo após a realização do parto. Estas amostras foram imersas em gelo e encaminhadas para os ensaios laboratoriais. Após a extração do DNA das amostras com um kit de extração Powerlyser®, este material foi quantificado e submetidos ao qPCR (PCR quantitativo) com primers específicos para SM. Os resultados mostraram que cerca de 16% das amostras de C apresentaram DNA de SM, não estando correlacionadas com a presença de DNA nas amostras salivares (p&gt;0,05). O DNA de SM foi detectado em 49 e 30% das amostras de SA e SB respectivamente. Houve uma correlação positiva entre detecção DNA de SM na SA e na SB (p&lt;0,05). O tratamento odontológico durante a gestação contribuiu para uma menor prevalência de SM na saliva materna (p&lt;0,005). A escovação de mais de 3 vezes ao dia influenciou na detecção de DNA de SM tanto na SA quanto no C, ou seja, quanto maior a higiene oral menor a possibilidade de detecção de SM-DNA.  Os resultados do presente estudo permitiram concluir que SM-DNA pode ser detectado no colostro, possivelmente devido à rota entero-mamária, que também é responsável pelo transporte do SM-DNA para o feto, já que alguns neonatos apresentam detecção positiva na saliva. O tratamento odontológico e hábitos de higiene podem estar correlacionados com a detecção de SM-DNA nas amostras salivares maternas.</description>
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