Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3028
Título: FUNDAMENTOS DO MOVIMENTO DA EDUCAÇÃO NOVA NO BRASIL (1920-1932)
Autor(es): Machado, José Ronaldo de Freitas
Palavras-chave: História da Educação
Fundamentos da Escola Nova
John Dewey
Brasil
Data do documento: 2024
Resumo: A pesquisa, intitulada Fundamentos do Movimento da Escola Nova no Brasil (1920–1932), está alinhada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Uberaba–UNIUBE, e sua estrutura segue a linha de pesquisa II: Processos Educacionais e seus Fundamentos. Em bora o vocábulo educação possa abarcar diversas significações, para fins deste trabalho en tende-se a educação como a ação mediadora na formação do ser social, histórico, cultural e psicológico (Saviani, 2000). Com isso em mente, o problema a partir do qual esta pesquisa se organiza é o de esclarecer, de fato, as bases da Escola Nova. Para tanto, busca-se traçar o per curso de sua origem, construção e argumentação. Uma vez que os métodos tradicionais de en sino, por trazerem uma herança da educação medieval, apoiavam-se no acúmulo de conheci mentos científicos e teóricos, além de se pautarem por metodologias que privilegiavam a repe tição e a memorização em detrimento da criatividade e da construção de conhecimentos, surgiu a necessidade de se orientar as discussões do âmbito educacional a partir da proposta de uma metodologia de ensino que privilegiasse uma educação ativa e progressiva no contexto da formação básica. Foi nesse cenário que surgiu a Escola Nova. Diante disso, o objetivo geral desta dissertação é apresentar o contexto histórico das ideias escolanovistas que se constituíram entre os séculos XVIII e XIX. Para efetivar esse propósito, a pesquisa recupera os pilares nor teadores do pensamento educacional de John Dewey (1859–1952), que almejava a construção de um novo modelo de escola, na qual houvesse um processo contínuo de reconstrução das experiências educacionais ativas e progressivas no processo de ensino-aprendizagem. No que tange à abordagem de pesquisa adotada, a investigação fundamenta-se pela metodologia de pesquisa bibliográfica e de análise documental, cuja aplicação prática se dá, neste trabalho, por meio de estudos legislativo-educacionais, norteados pelos textos de Lüdke; André (1986), Fa chin (2006), Gil (2008) e Lakatos & Marconi (2017). Quanto à estruturação teórica, dialoga-se com os pressupostos de Spencer (1888), Dewey (1897, 1967, 1979a, 1979b), Lourenço Filho (1963), Eby (1976), Nagle, (1976), Giorgi (1986), Mayer (1976), Manacorda (1989), Cambi (1999), Suchodolski (2000), Veiga (2007), Romanelli (2014) entre outros. Quanto à organiza ção textual desta dissertação, no primeiro momento, procura-se explicitar, a forte influência de Rousseau (1712–1778), Pestalozzi (1746–1827) e Friedrich Fröbel (1782–1852) na elaboração do pensamento de Dewey acerca da educação nova. Passada essa etapa, o trabalho concentra se em descrever a influência dos pensamentos escolanovistas no Brasil, entre os anos de 1920 a 1930, descrevendo as contribuições dos três pioneiros do movimento escolanovista no Brasil. Estes, por sua vez, foram influenciados pelas ideias de John Dewey. No momento seguinte, esse trabalho tece considerações acerca das reformas educacionais que aconteceram no Brasil, e fi naliza com a apresentação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, em 1932, como um marco histórico para a educação. A dissertação aponta as condições que levaram à implantação das ideias escolanovistas no Brasil, bem como teorias que sustentam a crença de que a chegada dessa Nova Pedagogia contribuiria para o avanço da educação brasileira que, até então, estava sob a égide da Pedagogia Tradicional.
URI: http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3028
Aparece nas coleções:TURMA 21

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
JOSÉ RONALDO DE FREITAS MACHADO.pdf2,07 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.