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Título: “INFECÇÃO POR Helicobacter pylori NA MUCOSA GÁSTRICA: HISTÓRIA CLÍNICA, ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA, EXAME ANATOMOPATOLÓGICO, GENE cagA E SÍTIOS DE FOSFORILAÇÃO CagA EPIYA”.
Autor(es): JACOM WOOD DA SILVA, NATALIA MARIA
Rodrigues, Denise Bertulucci Rocha
Palavras-chave: Helicobacter pylori
gastrite
gene cagA
CagA EPIYA
Data do documento: 28-mar-2014
Resumo: INTRODUÇÃO: Helicobacter pylori (H. pylori) é uma bactéria altamente prevalente em nosso meio e pode estar diretamente envolvida em várias doenças do trato digestivo superior como gastrite, úlcera péptica e câncer gástrico. Sabe-se que a agressividade da bactéria está diretamente relacionada à sua capacidade de produzir citotoxinas e em especial a CagA. Muito se tem estudado acerca destas citotoxinas no câncer gástrico, porém, neste estudo tentou-se achar algum dado preditivo clínico, endoscópico e no exame anatomopatológico para a presença desta bactéria. OBJETIVOS: Estudar a presença de infecção por H. pylori na mucosa gástrica com a história clínica, antecedentes clínicos, doenças concomitantes, dados no exame de endoscopia digestiva alta (EDA) do exame anatomopatológico (EAP), gene cagA e sítios de fosforilação CagA EPIYA. METODOLOGIA: Foram avaliados 126 pacientes submetidos ao exame de endoscopia digestiva alta com queixas clínicas do trato digestivo superior. Para este estudo, antes da realização do exame de endoscopia digestiva alta foi feito um questionário clínico, e durante o exame endoscópico, realizaram-se biópsias múltiplas do esôfago, corpo e antro gástrico e teste rápido da urease. O material obtido das biópsias foi levado ao laboratório de patologia para exame anatomopatológico e parte do material obtido do antro gástrico de 49 pacientes também foi feito um estudo de alguns fatores de virulência da bactéria, isto é, pesquisa de positividade do gene cagA e dos sítios de fosforilação CagA EPIYA. RESULTADOS: Não encontramos nenhum dado clínico que pudesse ser relacionado à presença do H. pylori no estômago. Achados endoscópicos tiveram relevância com a presença e ausência da bactéria, isto é, estômago normal, ausência da bactéria e alterações endoscópicas com a presença da bactéria. Já no exame anatomopatológico tanto a gastrite no corpo gástrico e no antro gástrico tiveram significância com a positividade da bactéria (p<0,05). O H. pylori esteve presente no antro gástrico de 42 (33,3%) dos 126 pacientes pelo EAP. O gene cagA se mostrou presente em 11 pacientes do grupo dos 49 e foi positivo em 57,9% dos 19 pacientes com H. pylori positivo no antro gástrico deste grupo. Os sítios de fosforilação EPIYA se mostraram bastante diversificados, sendo o tipo mais frequente CagA EPIYA ABC (25%). CONCLUSÕES: O H. pylori não mostrou nenhum fator clínico preditivo de infecção, endoscopicamente os dados obtidos foram importantes para a provável infecção da bactéria e o exame anatomopatológico mostrou-se necessário para classificar as diferentes gastrites e/ou alterações anatomopatológicas provocadas pela bactéria. O teste de urease no antro gástrico mostrou uma positividade em 24 (19,0%) pacientes enquanto 42 (33,3%) pacientes tiveram a bactéria presente no exame anatomopatológico na mesma região do estômago. A presença da citotoxina CagA é muito importante, porém ainda está aquém dos exames de rotina na prática diária.
URI: http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/662
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