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    <title>DSpace Coleção: Dissertações do mestrado em educação</title>
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    <description>Dissertações do mestrado em educação</description>
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    <title>DO TRABALHO CONSENTIDO AO TRABALHO COM SENTIDO: o trabalha(dor) docente no Ensino Fundamental</title>
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    <description>Título: DO TRABALHO CONSENTIDO AO TRABALHO COM SENTIDO: o trabalha(dor) docente no Ensino Fundamental
Autor(es): Gonçalves, Vera Lúcia
Resumo: O sujeito profissional docente é, dialeticamente, constituído em relações dadas no contexto &#xD;
socioeconômico, cultural, familiar, acadêmico, ideológico e profissional ao mesmo tempo em que &#xD;
as produz. Os aspectos aí imbricados também instituem, condicionam e reconformam a &#xD;
identidade e o trabalho docente. Transformações sociomercadológicas, inovações das &#xD;
Tecnologias da Comunicação e da Informação e nova conformação familiar alteram o cenário &#xD;
escolar e profissional, ampliando problemas, desafios e funções docentes. Nessa direção, esta &#xD;
pesquisa qualitativa toma como objeto de estudo o trabalho de professores atuantes em turmas de &#xD;
11 a 14 anos em escolas da rede municipal de Uberaba-MG. De modo especial, trata da natureza, &#xD;
das configurações e dos sentidos do trabalho desses professores, a partir de suas narrativas, para &#xD;
conhecendo e compreendendo tal realidade, entender a imagem que têm de si e do próprio &#xD;
trabalho. Busca conhecer a identidade destes profissionais e os fatores que a constituem e/ou a&#xD;
ameaçam. A História Oral temática, na perspectiva de Amado e Ferreira (2001), Camargo (2004) &#xD;
Hallwachs (1990), Meihi (1996), Pollack (1989), foi utilizada como metodologia de pesquisa. A &#xD;
fundamentação teórica apóia-se em Antunes e Alves (2004), Bendassolli (2006), Dejours (1992), &#xD;
Marx (2002), Sennett (1999;2009), Castells (1999;2002), Hall (2001), González Rey &#xD;
(1997;2002;2005), Lawn (2001), Fanfani (2007), Nóvoa (1995), Tardif (2002;2007), Ball &#xD;
(2004;2005), Lüdke e Boing (2004;2007) e Mancebo (2007). Dentre os resultados, constata-se &#xD;
que o significado do ser (estar) professor, das razões da escolha profissional, das &#xD;
concepções/compreensões sobre formação, educação e funções docentes depende das relações &#xD;
dadas em diferentes contextos. Comparando a formação que tivera com a atual realidade da &#xD;
profissão, o professor não se reconhece no que tem de fazer como docente. Integra a “classe-que vive-do-trabalho”, produz trabalho e é produzido por ele. Não é reconhecido socialmente por seu &#xD;
trabalho, precisando, pois, de autorreconhecê-lo profissionalmente. Reconhece ter extensa &#xD;
jornada de trabalho, o que lhe permite atender às responsabilidades familiares, embora admita &#xD;
não ser o seu trabalho tão bem feito como gostaria que fosse. Tem um trabalho mental e o &#xD;
carrega consigo, desgastando-se a partir de si. Em algumas situações, trabalha em situação de &#xD;
risco e em condições físicas e materiais precárias e/ou inadequadas. Exerce um trabalho regulado &#xD;
e tem relativa autonomia. Trabalha com “clientes involuntários”, número inadequado de alunos &#xD;
por turma e, em alguns casos, sem vontade de exercer a profissão, o que acarreta implicações &#xD;
para o exercício profissional e seu bem-estar físico e emocional. Nessas condições, de maneira &#xD;
consciente, o professor exerce um trabalho “consentido” ao submeter-se às obrigações e &#xD;
imposições inerentes ao cargo que ocupa. Ademais, exerce um trabalho “com sentido” na medida &#xD;
em que esse mesmo trabalho o realiza humana e profissionalmente, ainda que por meio da &#xD;
realização dos estudantes. Enquanto artífice de valores (da vida), o trabalha(dor) docente, &#xD;
exercendo um trabalho consentido e/ou com sentido, tem orgulho de ser (estar) professor, porque &#xD;
se reconhece como alguém que contribui para uma existência mais humana.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/2161">
    <title>TRABALHO E FORMAÇÃO DOCENTE EM TEMPOS GLOBAIS E A CONSTITUIÇÃO DE ADMINISTRADORES PROFESSORES</title>
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    <description>Título: TRABALHO E FORMAÇÃO DOCENTE EM TEMPOS GLOBAIS E A CONSTITUIÇÃO DE ADMINISTRADORES PROFESSORES
Autor(es): Torres, Valéria de Araújo
Resumo: Um novo mundo e uma nova realidade se configuram desde meados do século XX, &#xD;
provocando alterações no mundo do trabalho e gerando novas relações de poder. Com a &#xD;
afirmação da globalização, novos paradigmas e perspectivas emergem na &#xD;
contemporaneidade, mas, sem as certezas do período moderno. O ser professor e sua &#xD;
profissionalidade; a intencionalidade e o profissionalismo; o trabalho docente (invisível e &#xD;
visível); a cotidianidade e a docência são questões tratadas nesta dissertação sob a &#xD;
perspectiva de Morin, Ball, Perrenoud, Tardif, Contreras e Shön. Foram considerados os &#xD;
conflitos e possibilidades para se desenvolver as competências necessárias para ser um &#xD;
‘bom’ professor e a interferência de órgãos internacionais na política educacional do &#xD;
Brasil. Esta dissertação apresenta um estudo de abordagem qualitativa sobre a necessidade &#xD;
de uma formação docente para o professor administrador frente ao contexto em que o&#xD;
Ensino Superior de Administração no Brasil se insere e suas conseqüências para os futuros &#xD;
administradores. Para tanto, foi desenvolvido o estudo de caso e aplicada a técnica da &#xD;
triangulação para o estudo de um Centro Universitário particular que oferece o curso de &#xD;
Administração noturno. A coleta incluiu dados de pesquisa documental pela análise da &#xD;
história e do Projeto Pedagógico do curso e o PDI da Instituição; entrevista &#xD;
semiestruturada com a direção da instituição; desenvolvimento do grupo focal com os &#xD;
professores de administração da IES; aplicação de questionários de pesquisa junto aos &#xD;
egressos do referido curso. Dentre os resultados, tem-se que a Pedagogia no contexto de &#xD;
mudanças contemporâneas sociais, econômicas, políticas e culturais, vem buscando &#xD;
caminhos que contribuam diretamente com a performance do profissional de ensino, mas &#xD;
luta para não descaracterizar-se diante as pressões do mercado. O Administrador-Professor &#xD;
não tem conhecimento das possibilidades que o debate da educação oferece, mas percebe &#xD;
que esta ciência poderia dar contribuições efetivas para o seu desempenho em sala de aula. &#xD;
Daí advém investimentos que as IES particulares e o Estado não estão necessariamente &#xD;
dispostos a assumir, imputando a responsabilidade por sua formação ao profissional &#xD;
professor. O modelo de mercado está de tal modo entranhado na IES e por elas absorvido &#xD;
que cada agente do processo educativo assimila que deve arcar com sua quota de &#xD;
investimento para se formar como profissional do futuro. No caso de não haver pleno &#xD;
sucesso, é à IES que se imputa a maior parcela de responsabilidade na percepção dos &#xD;
mesmos agentes.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/2160">
    <title>PENSAMENTO DOCENTE SOBRE OS CICLOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA</title>
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    <description>Título: PENSAMENTO DOCENTE SOBRE OS CICLOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
Autor(es): Tartaro, Tássia Ferreira
Resumo: A organização da educação básica do Brasil segue dois sistemas: séries e ciclos. Se uns &#xD;
defendem estes porque visam suprir necessidades individuais de aprendizagem discente, &#xD;
outros criticam os ciclos porque se associam à promoção automática, adotada para corrigir &#xD;
problemas de repetência, evasão e atraso escolar. Visto que o sucesso dos ciclos depende da &#xD;
adesão docente, então como professores e professoras concebem essa organização escolar? A &#xD;
formação inicial os prepara para atuar nessa organização? A formação continuada e em &#xD;
serviço orienta a prática pedagógica de quem atua nesse sistema escolar? Que dificuldades &#xD;
enfrentam no processo de ensino e aprendizagem nos ciclos? Esta pesquisa objetivou &#xD;
investigar tanto as concepções e práticas de professoras de uma escola municipal de Minas &#xD;
Gerais que adota os ciclos quanto as dificuldades que enfrentam na prática. Para isso, a &#xD;
pesquisa recorreu à revisão bibliográfica dos antecedentes históricos e da discussão atual &#xD;
sobre os ciclos, bem como a entrevistas semi-estruturadas com seis professoras e uma &#xD;
supervisora. Os relatos indicam que a implantação dos ciclos deixou a desejar. Embora seja &#xD;
uma escola apenas, é correto supor que ela reproduza o que a situação de outras escolas que &#xD;
passaram por tal reorganização e que os problemas mencionados pelas entrevistadas são &#xD;
comuns, também, a docentes de escolas seriadas. Essa constatação permite concluir que o &#xD;
sucesso do regime de ciclos e a qualidade da educação básica dependem das condições do &#xD;
trabalho docente, de salários e de uma formação inicial e contínua voltada às necessidades &#xD;
concretas dos docentes no dia-a-dia da sala de aula.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/2159">
    <title>MULHERES DE OURO: EXPERIÊNCIAS VIVIDAS POR ESPOSAS DE GARIMPEIROS QUE SE TORNARAM PROFESSORAS EM ITAITUBA, PA</title>
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    <description>Título: MULHERES DE OURO: EXPERIÊNCIAS VIVIDAS POR ESPOSAS DE GARIMPEIROS QUE SE TORNARAM PROFESSORAS EM ITAITUBA, PA
Autor(es): Bonfim, Rudney Ferreira
Resumo: No contexto geográfico, político, econômico, social e educacional, referenciado a partir &#xD;
da conjuntura amazônica, tomamos a cidade de Itaituba no Estado do Pará como cenário &#xD;
para esta pesquisa. Os sujeitos investigados foram esposas de garimpeiros que se tornaram &#xD;
professoras nesse contexto, e nosso olhar investigativo abrangeu as experiências vividas &#xD;
segundo suas lembranças. Nossos objetivos foram: descrever, contextualizar e comentar &#xD;
experiências peculiares de magistério, a partir de lembranças narradas por protagonistas da &#xD;
época do ouro. Os estudos, que se inserem na Linha de Pesquisa Formação de Professores &#xD;
e Práticas Educativas, identificaram sua problemática no fato de que essas mulheres de &#xD;
garimpeiros tornaram-se professoras sem que tivessem a formação escolar para o &#xD;
magistério, para atender as crianças do município. Partimos das seguintes questões: qual é &#xD;
a experiência vivida pelas mulheres de garimpeiros que atuaram como professoras no &#xD;
município de Itaituba/PA na época do ciclo do ouro? Que sentido atribuíram a essa &#xD;
experiência? De quais saberes se valeram para exercer esse trabalho? Há uma dimensão &#xD;
crítica em suas lembranças? Em que espaços e circunstâncias a realizaram? Para &#xD;
fundamentar nossas perguntas, mais que respondê-las, fizemos reflexões sobre o eu pesquisador e as circunstâncias em que a pesquisa se insere. Apresentamos a região com &#xD;
seus ―surtos‖ de desenvolvimento, primeiramente com o ciclo da borracha, que &#xD;
historicamente foi marco desenvolvimentista da região, seguido do ciclo do ouro, que &#xD;
ocorreu nas últimas três décadas do século passado, deixando marcas significativas no &#xD;
município. Realizamos a leitura da época do ouro à luz de Lanni (1979), Moreira (2003), e &#xD;
Santos (2008), dentre outros. Além dos estudos teóricos, utilizamos as narrativas como &#xD;
procedimento metodológico, segundo as concepções de Walter Benjamim (1994) e de &#xD;
pesquisadores que também realizaram seus trabalhos de campo numa perspectiva &#xD;
benjamiana, a saber, Ecléa Bosi (1994) e Carlos Brandão (2001). Nesta investigação &#xD;
aproxima-nos do método fenomenológico, em diálogo com Bachelard (1990), Merleau Ponty (2006) e Abreu-Bernardes (2008), e realizamos uma abordagem qualitativa, como é &#xD;
entendida por Brandão (2003). Na articulação da análise das falas das narradoras, &#xD;
organizadas em três unidades de significado — as lembranças das circunstâncias e dos &#xD;
espaços, as lembranças do ofício e a crítica das lembranças — voltamo-nos a Tardif (2002) &#xD;
que nos possibilitou discutir os saberes docentes da experiência. Conciliar atividades &#xD;
domésticas, desafiar maridos, preconceitos, ausência de estrutura, distâncias, má &#xD;
remuneração, falta de experiência e de formação no que se solicitava fazer, mas, apesar &#xD;
disso, uma grande vontade de escolarizar as crianças constituíram sua identidade &#xD;
docente.Pensamos que a partilha de um conhecimento sobre vivências desse magistério &#xD;
peculiar poderá contribuir para a discussão sobre o ofício e a formação do professor.</description>
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