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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3193</link>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 18:10:06 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-25T18:10:06Z</dc:date>
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      <title>ANÁLISE DA PRESENÇA DE RNA VIRAL E IgA ANTI SARS-CoV-2 EM DIFERENTES GRUPOS PROFISSIONAIS EXPOSTOS À COVID 19</title>
      <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3207</link>
      <description>Título: ANÁLISE DA PRESENÇA DE RNA VIRAL E IgA ANTI SARS-CoV-2 EM DIFERENTES GRUPOS PROFISSIONAIS EXPOSTOS À COVID 19
Autor(es): SILVA, NATHAN CASTRO; Rodrigues, Denise Bertulucci Rocha Rodrigues
Resumo: Apesar da redução das formas graves da COVID-19, a circulação persistente do SARSCoV-&#xD;
2 mantém relevante a vigilância epidemiológica, especialmente entre profissionais&#xD;
com maior exposição a aerossóis. Nesse contexto, a saliva emerge como ferramenta&#xD;
estratégica por permitir a detecção simultânea do RNA viral e da resposta imune de&#xD;
mucosa mediada pela IgA. O presente estudo avaliou esses marcadores em cirurgiõesdentistas,&#xD;
acadêmicos de medicina e profissionais não atuantes na área da saúde, buscando&#xD;
identificar possíveis diferenças associadas à exposição ocupacional e ao perfil vacinal.&#xD;
Trata-se de estudo observacional com 120 participantes, com coleta de saliva realizada&#xD;
em dois períodos de 2022. A detecção do RNA viral foi conduzida por RT-PCR em tempo&#xD;
real e a quantificação de IgA por ELISA, com análises estatísticas adotando nível de&#xD;
significância de 5%. Embora a cobertura vacinal tenha sido superior a 97% em todos os&#xD;
grupos, observou-se maior proporção de RT-PCR positivo entre dentistas. Os níveis de&#xD;
IgA apresentaram elevada variabilidade interindividual e não diferiram entre os grupos,&#xD;
indicando que a imunidade de mucosa parece ser mais influenciada por determinantes&#xD;
individuais do que exclusivamente pela exposição ocupacional. Esses achados&#xD;
evidenciam que a alta cobertura vacinal não elimina completamente o risco de circulação&#xD;
viral em ambientes profissionais e reforçam a importância da manutenção de protocolos&#xD;
rigorosos de biossegurança e de estratégias contínuas de monitoramento baseadas em&#xD;
biomarcadores salivares.</description>
      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O USO DE REALIDADE AUMENTADA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZADO DA PROGRESSÃO DA CÁRIE</title>
      <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3206</link>
      <description>Título: O USO DE REALIDADE AUMENTADA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZADO DA PROGRESSÃO DA CÁRIE
Autor(es): CARVALHO, LUCAS FOLADOR DE; Menezes, Maria Angélica Hueb de Oliveira
Resumo: De acordo com dados do Projeto SB Brasil 2020, a perda dentária e a demanda por&#xD;
reabilitação protética em adultos apresentam-se como indicadores relevantes entre&#xD;
os agravos de saúde bucal no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse cenário, o&#xD;
estudo e a compreensão da progressão da doença cárie podem ser considerados&#xD;
elementos centrais para o auxílio no diagnóstico e na proposição de tratamentos. No&#xD;
contexto acadêmico, busca-se o domínio desse conhecimento pelo estudante,&#xD;
observando-se que o uso de tecnologias pode atuar como uma ferramenta de&#xD;
suporte ao processo de ensino-aprendizagem. Entre as inovações que visam facilitar&#xD;
essa visualização, a Realidade Aumentada (RA) destaca-se por permitir a integração&#xD;
entre elementos reais e virtuais. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um&#xD;
material didático baseado em RA para demonstrar as etapas da progressão da&#xD;
doença cárie, da lesão inicial à degeneração pulpar. O material foi projetado para&#xD;
permitir a visualização dessas fases mediante a leitura de um QR Code. O&#xD;
desenvolvimento envolveu a combinação de códigos bidimensionais (2D) com&#xD;
softwares específicos, seguida da produção de uma animação 3D detalhando os&#xD;
mecanismos de criação. O projeto resultou na estruturação do processo de&#xD;
desenvolvimento dos modelos e na elaboração de representações tridimensionais,&#xD;
complementadas por um e-book. Os resultados sugerem que os produtos e&#xD;
metodologias desenvolvidos oferecem subsídios para o aprimoramento de&#xD;
estratégias pedagógicas no ensino da progressão da cárie, podendo auxiliar na&#xD;
formação discente para o diagnóstico clínico. Todavia, ressalta-se a importância de&#xD;
novos estudos para avaliar a eficácia e o potencial desta abordagem, servindo os&#xD;
dados atuais como um ponto de partida para investigações sobre a Realidade Aumentada na Odontologia.</description>
      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-02-24T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Impacto da Sífilis Materna na Saúde Bucal Infantil: Análise das Manifestações Orais e Detecção de Treponema pallidum em Recém-Nascidos</title>
      <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3198</link>
      <description>Título: Impacto da Sífilis Materna na Saúde Bucal Infantil: Análise das Manifestações Orais e Detecção de Treponema pallidum em Recém-Nascidos
Autor(es): VEIGA, LOURENIA CAROLINE FERNANDES; Martins, Ruchele Dias Nogueira Geraldo
Resumo: A sífilis materna permanece um desafio significativo para a saúde pública, contribuindo para desfechos perinatais adversos e para a ocorrência de sequelas físicas, neurológicas e estruturais que podem se manifestar ao longo da infância. Apesar do amplo conhecimento sobre os efeitos sistêmicos da sífilis congênita, há uma lacuna importante no entendimento de suas manifestações orais tardias, bem como da possível persistência do Treponema pallidum na cavidade bucal de crianças expostas durante a gestação. Considerando essa lacuna, o presente estudo teve como objetivo investigar alterações orais associadas à exposição gestacional à sífilis e detectar a presença de DNA de T. pallidum em amostras orais de crianças expostas, por meio da integração de dados epidemiológicos, clínicos e moleculares. Trata-se de um estudo transversal, conduzido em duas fases complementares. Na Fase 1, foram analisados prontuários de saúde, dados perinatais e registros odontológicos de crianças nascidas de mães diagnosticadas com sífilis durante a gestação. Foram coletadas informações referentes à idade materna, escolaridade, número de consultas de pré-natal, adequação do tratamento recebido, tipo de parto, condições neonatais e presença de alterações clínicas iniciais na cavidade bucal dos recém-nascidos. Também foram avaliados fatores de risco relacionados ao contexto socioeconômico e ao acesso aos serviços de saúde, os quais frequentemente influenciam a evolução da sífilis materna e ampliam a probabilidade de transmissão vertical. Na Fase 2, um subgrupo de crianças entre 6 e 10 anos foi submetido a um exame odontológico, com foco especial na identificação de defeitos de esmalte, características dentárias atípicas e outras alterações morfológicas classicamente associadas à sífilis congênita. Entre essas alterações, incluem-se a hipoplasia de esmalte, incisivos com morfologia semelhante aos dentes de Hutchinson e molares com aspecto “em amora” (mulberry molars). Foram coletadas amostras de biofilme dental e swabs orais, as quais foram submetidas a protocolo de extração de DNA, seguido de PCR aninhada direcionada a sequências específicas de T. pallidum, visando ampliar a sensibilidade da detecção molecular. Os resultados revelaram uma elevada frequência de defeitos dentários entre as crianças expostas, independentemente da adequação do tratamento materno registrado durante a gestação. Embora não tenham sido identificadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos de mães tratadas adequadamente e inadequadamente, observou-se que a exposição intrauterina à sífilis apresentou forte associação com o desenvolvimento de alterações dentárias estruturais. A análise molecular revelou a amplificação de DNA de T. pallidum em amostras orais de parte dos participantes, sugerindo a possibilidade de persistência bacteriana, presença de material genético residual ou história de colonização prévia, mesmo na ausência de manifestações clínicas exuberantes. Esses achados apontam para a complexidade biológica da sífilis congênita e para a necessidade de investigações adicionais que elucidem a dinâmica de persistência do microrganismo no hospedeiro. Conclui-se que crianças expostas à sífilis materna podem apresentar alterações orais relevantes, compatíveis com a infecção congênita, e que a detecção de DNA de T. pallidum na cavidade bucal reforça a importância do acompanhamento odontológico contínuo. Recomenda-se a inclusão sistemática da avaliação bucal nos programas de cuidado pós-natal e o fortalecimento das estratégias de rastreamento precoce e acompanhamento multidisciplinar.</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>EFEITO DAS CONDIÇÕES DA CAVIDADE BUCAL NAS PROPRIEDADES DE UM ADESIVO PROTÉTICO MODIFICADO COM VANADATO DE PRATA NANOESTRUTURADO: ESTUDO IN VITRO</title>
      <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/3197</link>
      <description>Título: EFEITO DAS CONDIÇÕES DA CAVIDADE BUCAL NAS PROPRIEDADES DE UM ADESIVO PROTÉTICO MODIFICADO COM VANADATO DE PRATA NANOESTRUTURADO: ESTUDO IN VITRO
Autor(es): RIBEIRO, KAIO LUCA GIMENES; Castro, Denise Tornavoi
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar, in vitro, o efeito das condições da cavidade bucal nas&#xD;
(AP) Ultra Corega Creme nas concentrações de 2,5%, 5% e 10%, sendo também avaliado um grupo&#xD;
controle sem adição do nanomaterial. A caracterização química, estrutural e térmica dos adesivos&#xD;
foi realizada por Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR),&#xD;
microscopia a laser e análise termogravimétrica (TGA). Amostras de resina acrílica&#xD;
termopolimerizável tratadas com os adesivos foram imersas em saliva artificial com pH 2, 7 e 10&#xD;
com plasma indutivamente acoplado (ICP-MS). Para a análise volumétrica e da força adesiva, as&#xD;
amostras foram submetidas a diferentes condições de pH (2, 7 e 10), temperatura (0°C, 37°C e&#xD;
60°C) e tempo de imersão, simulando hipossalivação, salivação normal e hipersalivação. A&#xD;
alteração volumétrica (%) foi avaliada por microscopia a laser e a força adesiva em máquina&#xD;
universal de ensaios mecânicos (N). Os dados de liberação de íons e força adesiva foram analisados&#xD;
por ANOVA e pós-teste de Bonferroni, enquanto os dados volumétricos foram analisados pelo&#xD;
teste de Kruskal-Wallis seguido do póscaracterísticas&#xD;
das vibrações V&#xD;
corroborada pela microscopia a laser. As análises térmicas indicaram comportamento semelhante&#xD;
entre os grupos, com maior resíduo final nas formulações contendo o nanomaterial. A liberação de&#xD;
comparação ao&#xD;
(p&gt;0,05). Não foram observadas diferenças na alteração volumétrica entre os grupos submetidos à&#xD;
mesma condição de salivação; entretanto, variações significativas ocorreram dentro de cada grupo&#xD;
conforme o nível de salivação (p&lt;0,05). O pH não influenciou a variação volumétrica, enquanto&#xD;
temperaturas elevadas promoveram maior aumento de volume em todos os grupos (p&lt;0,05). A&#xD;
força adesiva foi influenciada pela temperatura, com maiores valores a 0°C e menores a 60°C. O&#xD;
adesão em hipossalivação. De modo geral, o grupo controle apresentou melhor desempenho&#xD;
adesivo na maioria das condições, especialmente em pH ácido e neutro. Concluifoi&#xD;
incorporado com sucesso ao adesivo protético, porém seu desempenho foi sensível às condições&#xD;
ambientais simuladas, sobretudo temperatura.</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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