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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-15T00:58:10Z</updated>
  <dc:date>2026-04-15T00:58:10Z</dc:date>
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    <title>INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE PLASMA ATMOSFÉRICO EM DENTINA E EM RESINA COMPOSTA NO ÂNGULO DE CONTATO E NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE UM CIMENTO AUTOADESIVO</title>
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      <name>LIMA, PAULA MORENO</name>
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      <name>Oliveira, Ana Paula Ayres</name>
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    <updated>2021-09-27T18:27:04Z</updated>
    <published>2021-03-09T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO DE PLASMA ATMOSFÉRICO EM DENTINA E EM RESINA COMPOSTA NO ÂNGULO DE CONTATO E NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE UM CIMENTO AUTOADESIVO
Autor(es): LIMA, PAULA MORENO; Oliveira, Ana Paula Ayres
Resumo: Os cimentos resinosos autoadesivos apresentam propriedades físicas interessantes para cimentação adesiva na Odontologia. Entretanto, o desempenho dessa nova linha de materiais é fortemente dependente das características do substrato que receberá a restauração indireta cimentada. A aplicação de plasma não térmico (PLA) tem mostrado potencial benéfico na adesão em diferentes tipos de superfícies odontológicas. Objetivo: Este estudo teve como objetivo avaliar a influência da aplicação do PLA na resistência de união imediata de um cimento autoadesivo à dentina e a um compósito microhíbrido, tratados ou não com PLA. O ângulo de contato formado por líquidos nestes dois substratos também foi avaliado e comparado após o tratamento com PLA para detectar possíveis alterações nas características hidrofílicas. Materiais e Métodos: Dez molares humanos foram seccionados para exposição da porção média dentinária e dez blocos de compósito (Essentia, GC) foram confeccionados (12 x 10 x 1.5 mm). Os grupos (n=5) foram definidos de acordo com a aplicação do PLA por 30 s em dentina (D+PLA) ou em resina composta (R+PLA). Os grupos controles (D e R) não receberam PLA. Quatro cilindros de cimento resinoso (G-CEM LinkAce, GC) foram confeccionados utilizando moldes de silicone (orifício: 1.2mm altura x 0.9mm diâmetro) posicionados nos substratos e armazenado em água destilada por 24 horas. Dois cilindros de cada amostra foram testados até a fratura em ensaio de resistência de união (RU) por microcisalhamento. A área de fratura foi observada em microscopia óptica para análise do padrão de falha. Outras fatias de dentina e de compósito foram obtidas para a avaliação do ângulo de contato formado na superfície desses dois substratos (n=4) utilizando água deionizada, formamida e -bromonaftaleno em um goniômetro para determinar o efeito do PLA na energia de interação livre total. O teste ANOVA (p = 0.05) foi utilizado em ambas metodologias. Não houve diferenças estatisticamente significantes entre as médias de RU imediatas (p = 0.574). Falhas adesivas foram dominantes para todos os grupos. O PLA tornou as superfícies da dentina (p = 0.0493) e do compósito (p = 0.0064) mais hidrófilas em relação aos respectivos grupos controles. Conclusão: A aplicação de plasma não mostrou influência na RU e no padrão de fratura do cimento G-CEM LinkAce à dentina e a um compósito após 24h. Entretanto, as superfícies funcionalizadas com PLA se tornaram menos hidrófobas em comparação aos grupos sem tratamento.</summary>
    <dc:date>2021-03-09T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>INFLUÊNCIA DOS LASERS Er,Cr:YSGG E DIODO-980nm NA PREVENÇÃO DA CÁRIE RADICULAR: ESTUDO IN VITRO UBERABA MG 2021</title>
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      <name>GUARATO, FERNANDA RODRIGUES BORGES AMARAL</name>
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      <name>Lepri, Cesar Penazzo</name>
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    <updated>2021-09-27T18:20:28Z</updated>
    <published>2021-02-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: INFLUÊNCIA DOS LASERS Er,Cr:YSGG E DIODO-980nm NA PREVENÇÃO DA CÁRIE RADICULAR: ESTUDO IN VITRO UBERABA MG 2021
Autor(es): GUARATO, FERNANDA RODRIGUES BORGES AMARAL; Lepri, Cesar Penazzo
Resumo: A cárie radicular tem alta prevalência na terceira idade. Por isso, há a necessidade de se&#xD;
desenvolver métodos alternativos para melhorar a prevenção dessa doença. O objetivo do&#xD;
presente estudo in vitro foi avaliar a influência do laser Er,Cr:YSGG e do laser diodo-980nm,&#xD;
associada ou não a fluoretos, na prevenção da cárie radicular, através da avaliação da&#xD;
rugosidade superficial (RS) e da perda de volume (PV). Cento e trinta espécimes&#xD;
padronizados de dentina bovina foram aleatoriamente divididos em 13 grupos: ST: Sem&#xD;
tratamento; FG: Flúor gel; VF: Verniz fluoretado; Di: Diodo-980nm; Di + FG: Diodo-980nm&#xD;
+ flúor gel; Di + VF: Diodo-980nm + verniz fluoretado; FG + Di: Flúor gel + diodo-980nm;&#xD;
VF + Di: Verniz fluoretado + diodo-980nm; Er: Er,Cr:YSGG; Er + FG: Er,Cr:YSGG + flúor&#xD;
gel; Er + VF: Er,C r:YSGG + verniz fluoretado; FG + Er: Flúor gel + Er,Cr:YSGG e VF + Er:&#xD;
Verniz fluoretado + Er,Cr:YSGG. O flúor gel (1,23%) e o verniz fluoretado (NaF a 5%)&#xD;
foram aplicados na superfície da dentina por 4 minutos. O laser Er,Cr:YSGG foi irradiado&#xD;
com potência de 0,25W; taxa de repetição de 5,0 Hz; densidade de energia de 4,46J/cm2 por&#xD;
10 segundos no modo escaneamento, sem água e com 55% de ar. O laser diodo-980nm foi&#xD;
irradiado com potência de 2,0W; 2,0Hz; 21,41J/cm², no modo contato. As amostras de cada&#xD;
grupo foram submetidas à ciclagem de pH (DES/RE). Para as análises de RS (parâmetro Ra-&#xD;
2) e de PV 3), os espécimes foram analisados em microscopia confocal de varredura a&#xD;
laser. A região central foi selecionada para estas análises, incluindo a área de referência e a&#xD;
área experimental. Os dados foram adquiridos pelo software OLS4100®. A distribuição dos&#xD;
dados foi normal (Kolmogorov-Smirnov) e homogênea (Levene). Os valores médios de RS&#xD;
dos diferentes grupos foram comparados com o teste de Análise de Variância. Para a&#xD;
diferenciação das médias, utilizou-se o pós-teste de Tukey. O teste de Kruskal-Wallis avaliou&#xD;
os valores percentuais de PV (%), seguido do pós-teste de Dunn. Para todos os testes o nível&#xD;
de significância foi 5% = 0,05). O maior valor de RS foi do grupo ST (7,940 ± 0,682) e os&#xD;
demais grupos apresentaram valores intermediários. Os grupos VF + Di (1,651 ± 0,149) e VF&#xD;
+ Er (1,523 ± 0,081) foram os grupos com menor RS, após passarem pela ciclagem de pH. O&#xD;
grupo ST (58,9 ± 3,7) mostrou maiores valores de PV, seguido do FG (46,1 ± 3,0) e do VF&#xD;
(34,2 ± 2,5). Grupos VF + DI (13,5 ± 1,1) e VF + Er (11,6 ± 1,4) demonstraram diferenças&#xD;
estatisticamente significantes em relação aos demais grupos e não diferiram entre si. O&#xD;
presente estudo sugere que o melhor tratamento foi através da associação do verniz fluoretado a irradiação à laser, seja Er,Cr:YSGG ou diodo-980nm. Ainda, mostrou eficácia de ambos os lasers isoladamente e ressalta o efeito promissor do laser diodo-980nm.</summary>
    <dc:date>2021-02-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>INFLUÊNCIA DA PORCENTAGEM DE COLÁGENO NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO ENTRE SUBSTRATO DENTINÁRIO E RESINA COMPOSTA COM UM SISTEMA ADESIVO</title>
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    <author>
      <name>FURTADO, TAÍSSA CÁSSIA DE SOUZA</name>
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      <name>Pereira, Sanívia Aparecida de Lima</name>
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    <updated>2021-05-12T14:00:10Z</updated>
    <published>2021-02-23T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: INFLUÊNCIA DA PORCENTAGEM DE COLÁGENO NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO ENTRE SUBSTRATO DENTINÁRIO E RESINA COMPOSTA COM UM SISTEMA ADESIVO
Autor(es): FURTADO, TAÍSSA CÁSSIA DE SOUZA; Pereira, Sanívia Aparecida de Lima
Resumo: objetivo desse estudo foi avaliar a influência da porcentagem de colágeno da dentina na resistência de união à microtração (μTBS) entre substrato dentinário e resina composta com um sistema adesivo. Foram selecionados 51 dentes de indivíduos que tiverem molares hígidos indicados para extração. Após extração foi realizada secção transversal 1,0 mm acima da junção amelocementária para obtenção de dois fragmentos: um para avaliação do colágeno e outro para avaliar a μTBS. Nos fragmentos de porção coronária foi aplicado um sistema adesivo autocondicionante. Sobre esse sistema adesivo foram aplicadas duas camadas de 2 mm de espessura de uma resina composta híbrida. Após os procedimentos de adesão foram realizados os testes de μTBS (EMIC DL 3000, São Jóse dos Pinhais, Paraná, Brasil) com sela de carga de 10 kgf e velocidade de deslocamento de 0,5 mm/min. A porção radicular contento 1,0 mm da coroa foi processada histologicamente para avaliar a porcentagem de colágeno. O teste de Kolmogorov-Smirnov foi utilizado para a avaliação da normalidade. Para comparação das variáveis com distribuição não-normal entre dois grupos foi realizado o teste Mann Whitney e para variáveis com distribuição normal foi realizado o teste “t" de Student. Para comparação das variáveis com distribuição não-normal entre três ou mais grupo foi realizado o teste Kruskall Wallis e para variáveis com distribuição normal foi realizado o teste ANOVA. A correlação entre porcentagem de colágeno e resistência de união foi realizada utilizando o teste de correlação de Pearson. A correlação entre porcentagem de colágeno e idades foi realizada utilizando o teste de correlação de Spearman. O nível de significância assumido foi de 5% (α=0,05). Os indivíduos brancos e do sexo masculino apresentaram menor porcentagem de colágeno quando comparados aos indivíduos não-brancos (p&lt;0,0001) e do sexo feminino (p&lt;0,0001). A faixa etária entre 44-51 anos apresentou maior porcentagem de colágeno (p=0,0013). Não foram observadas diferenças significativas em relação à μTBS entre as etnias (p=0,9338), sexos (p=0,9050) e subgrupos (p=0,9093). Não houve correlação significativa entre porcentagem de colágeno e μTBS (p=0,2635) e entre porcentagem de colágeno e idade (p=0,9856). Concluímos que a porcentagem de colágeno na dentina coronária está significativamente relacionada ao sexo, à etnia e à idade e que a μTBS independe da porcentagem de fibras colágenas. Como nosso estudo foi o primeiro a avaliar a porcentagem de colágeno na dentina coronária entre sexos, etnias e faixas etárias e associar a porcentagem de dentina coronária com a μTBS, mais estudos são necessários para compreender melhor a associação entre porcentagem colágeno dentinário com etnia, sexo, faixa etária e μTBS.</summary>
    <dc:date>2021-02-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>AVALIAÇÃO DA PRESENÇA DE MICRO-ORGANISMOS ORAIS EM BIOFILMES FORMADOS EM BRÁQUETES AUTOLIGADOS, CONVENCIONAIS E CERÂMICOS</title>
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    <author>
      <name>GONÇALVES, CAROLINE GABRIELA</name>
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    <author>
      <name>Martins, Ruchele Dias Nogueira Geraldo</name>
    </author>
    <id>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/1434</id>
    <updated>2021-05-12T13:48:41Z</updated>
    <published>2021-03-10T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: AVALIAÇÃO DA PRESENÇA DE MICRO-ORGANISMOS ORAIS EM BIOFILMES FORMADOS EM BRÁQUETES AUTOLIGADOS, CONVENCIONAIS E CERÂMICOS
Autor(es): GONÇALVES, CAROLINE GABRIELA; Martins, Ruchele Dias Nogueira Geraldo
Resumo: O acúmulo de biofilmes sobre as superfícies dentais pode levar a processos de&#xD;
desmineralização dentária, bem como o surgimento de doenças periodontais, por meio da&#xD;
formação de biofilmes. O uso do aparelho ortodôntico, por fornecer áreas retentivas, pode&#xD;
contribuir para um maior acúmulo de biofilmes. Vários modelos e materiais dos bráquetes&#xD;
vem sendo desenvolvidos para a redução deste acúmulo microbiano, no entanto, há&#xD;
necessidade de se investigar a diversidade microbiana associadas aos diferentes tipos de&#xD;
bráquetes. Os objetivos do presente estudo, foram o de comparar a formação de biofilme de&#xD;
Streptococcus mutans in vitro em bráquetes cerâmicos e metálicos (autoligados e&#xD;
convencionais), e também o de detectar e comparar a presença de S. mutans, Porphyromonas&#xD;
gingivalis e Prevotella intermedia em biofilmes coletados de usuários de aparelhos&#xD;
ortodônticos metálicos (autoligados e convencionais) com idades entre 18 e 45 anos, com boa&#xD;
saúde geral e sem uso de medicamentos. Para o estudo in vivo foram incluídos 26 voluntários,&#xD;
sendo 10 usuários de bráquetes metálicos convencionais e 16 com autoligados. Na avaliação&#xD;
in vitro, os diferentes tipos de bráquetes (n=10 de cada) foram esterilizados e imersos em&#xD;
culturas de S. mutans para proliferação de biofilmes e posterior contagem do número de&#xD;
unidades formados de colônias (UFC). Os voluntários foram examinados oralmente e em&#xD;
seguida, amostras de biofilmes, adjacentes aos bráquetes foram coletadas. Este material foi&#xD;
encaminhado para extração de DNA e em seguida submetidos ao PCR em tempo real com&#xD;
primers específicos para as espécies bacteriana testadas. Os resultados mostraram que os&#xD;
bráquetes cerâmicos permitiram uma maior adesão de S. mutans, visto pelo maior número de&#xD;
UFCs (379,5 ± 192,41) quando comparados aos bráquetes metálicos (8,7 ± 9,3 e 0,5 ± 1,5&#xD;
UFC, respectivamente para autoligados e convencionais metálicos) (p&lt;0.05). A maioria das&#xD;
amostras de biofilme apresentou S. mutans e P. intermedia, enquanto P. gingivalis não foi&#xD;
frequentemente detectado. Não houve diferenças estatisticamente significantes na detecção e&#xD;
quantidade das bactérias testadas entre os indivíduos que usavam bráquetes autoligados ou&#xD;
convencionais (p&gt;0.05). Lesões de manchas brancas e gengivites foram mais frequentemente&#xD;
detectadas na interface dente/bráquete de pacientes com o autoligados (p&lt;0.05). Em&#xD;
conclusão, os bráquetes cerâmicos permitem uma maior adesão de S. mutans seguido pelos&#xD;
bráquetes metálicos autoligados. Não há diferenças na presença das bactérias testadas nos&#xD;
biofilmes coletados em bráquetes metálicos convencionais ou autoligados.</summary>
    <dc:date>2021-03-10T00:00:00Z</dc:date>
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