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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-15T00:52:58Z</updated>
  <dc:date>2026-04-15T00:52:58Z</dc:date>
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    <title>DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE RESFRIADOR E UMIDIFICADOR DE AR DE BAIXO CUSTO</title>
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      <name>NUNES, THIAGO DOS SANTOS</name>
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    <updated>2019-08-21T12:33:34Z</updated>
    <published>2017-06-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE RESFRIADOR E UMIDIFICADOR DE AR DE BAIXO CUSTO
Autor(es): NUNES, THIAGO DOS SANTOS
Resumo: O objetivo deste trabalho foi desenvolver um sistema de resfriador e umidificador de ar para moradores de uma residência e verificar o seu baixo custo de produção e operação quando comparado a um ar condicionado e um ventilador de teto. Foram realizadas a análise de custo do projeto, relação no consumo de energia, comparando-o ao uso de ar condicionado e ventilador de teto no mesmo tempo de funcionamento, a relação umidade antes e após funcionamento, além da variação de temperatura do ambiente climatizado.</summary>
    <dc:date>2017-06-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>DESENVOLVIMENTO DO LICOR DE HIBISCUS</title>
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      <name>OLIVEIRA, MARILIA PEREIRA</name>
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    <updated>2019-08-21T12:33:32Z</updated>
    <published>2017-06-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: DESENVOLVIMENTO DO LICOR DE HIBISCUS
Autor(es): OLIVEIRA, MARILIA PEREIRA
Resumo: O presente trabalho refere-se a um licor inovador preparado com Hibiscus sabdariffa seco que confere a bebida cor, sabor e aroma. Foram obtidos dois licores com teores de alcoólicos de 30 e 26°GL. Os licores foram preparados com a mesma técnica, diferindo apenas no preparo do xarope. Os cálices do Hibiscus sabdariffa, após devida higienização, são colocados em maceração como o álcool de cereais (96% v/v) durante vinte dias, com agitação diária. Dois xaropes foram preparados, um com 500 g de açúcar e 2,5 L de água (para o primeiro licor) e o segundo com 200 g de açúcar e 660 mL de água (para o segundo licor). No primeiro licor, misturou-se o xarope a 700 mL do líquido macerado. Já no segundo, acrescentou-se 35 mL de água a 250 mL do líquido macerado e depois adicionou-se o xarope de açúcar e ainda se completou com água até 1 L. Em seguida, os licores ficam em repouso por 10 dias, para o envelhecimento da bebida.  Foram realizadas análises físico-químicas: sólidos totais, pH, acidez total, teor alcoólico; análises microbiológicas de coliformes totais, e análises sensoriais através da escala hedônica mista de nove pontos e com intenção de compra, sendo 20 julgadores de 19 a 28 anos. Todos os testes provaram que os licores, produzidos neste trabalho, estão dentro dos padrões estabelecidos pela legislação brasileira e os testes sensoriais mostraram resultados promissores. Dessa forma, conclui-se que a produção de licor é mais uma alternativa para a utilização do Hibiscus sabdariffa, que tem seu uso bastante difundido como um produto natural benéfico a saúde humana.</summary>
    <dc:date>2017-06-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sementes de Moringa Oleifera Lam como Coagulante no Tratamento de Efluente Industrial</title>
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      <name>JANE, HELENA DE ALMEIDA</name>
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    <updated>2019-08-21T12:33:30Z</updated>
    <published>2017-06-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sementes de Moringa Oleifera Lam como Coagulante no Tratamento de Efluente Industrial
Autor(es): JANE, HELENA DE ALMEIDA
Resumo: A busca por desenvolvimento de tecnologias que possam fornecer elementos que venham contribuir com a preservação ambiental e qualidade no efluente tratado tem sido um desafio das indústrias de papel e celulose. Por causa desta problemática, é que o trabalho teve como objetivo utilizar sementes de moringa para redução da turbidez. Os parâmetros físico-químicos como pH, e turbidez foram determinados antes (pH= 6,1 turbidez= 1944 NTU) e após o tratamento que foram (pH= 6,4; turbidez 101 NTU). As concentrações do pó da Moringa Oleifera foram 0; 500; 1250; 2000 e 2750 mg/L, relacionados com tempo de decantação de 60, 70, 90, 120 minutos. Após os ensaios, o resultado obtido na remoção da turbidez foi de 94,8% com a concentração de 2750 mg/L, com o tempo de sedimentação de 120 minutos, comprovando a eficiência do biocoagulante presente na semente da Moringa Oleifera para a remoção da turbidez do efluente da indústria de papel e celulose. O melhor percentual de remoção do parâmetro estudado turbidez, foi obtido utilizando-se a concentração de coagulante, correspondente a 2000 mg/L, com o tempo de sedimentação de 90 min.</summary>
    <dc:date>2017-06-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>CARVÃO ATIVADO DE BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR: ADSORÇÃO DE ÍONS DE CHUMBO</title>
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      <name>JADE, DE CARVALHO FERREIRA</name>
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    <updated>2019-05-28T18:04:05Z</updated>
    <published>2017-06-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: CARVÃO ATIVADO DE BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR: ADSORÇÃO DE ÍONS DE CHUMBO
Autor(es): JADE, DE CARVALHO FERREIRA
Resumo: O presente trabalho teve por objetivo produzir o carvão ativado a partir do bagaço da cana-de-açúcar, analisando o desempenho do mesmo na adsorção de íons de chumbo em solução aquosa. Na produção do carvão ativado, o bagaço de cana-de-açúcar foi separado em duas amostras, uma foi direcionada aos testes de umidade, cinzas, e cinzas insolúveis em acido clorídrico. Na amostra analisada encontrou-se uma umidade de 8,32%, e ainda um teor de cinzas de 2,4% onde 82,5 % dessas cinzas são insolúveis em acido clorídrico. A segunda amostra foi direcionada para produção de carvão ativado, onde inicialmente a mesma passou por um pré-tratamento recendo lavagem com água destilada retirando possíveis impurezas e resíduos de caldo. Posteriormente o material foi seco em estufa a 110°C por 24 h. Após a secagem selecionou-se a fração granulométrica de interesse através das peneiras da serie Tyler, com o material obtido preparou-se uma amostra de 40 g, que foi submetida a primeira etapa do processo a carbonização. Nesta etapa de carbonização utilizou-se uma mufla, onde a amostra foi mantida por 2 h no patamar de 500°C. Obteve-se um rendimento de carbonização de 0,77 %.  Após essa etapa amostra foi submetido a ativação química,  utilizando o cloreto de zinco (18,4 mol/l ) na proporção de 1:3 em massa, sendo mantido em repouso por 1 h. Posteriormente a amostra  foi levado a estufa por 12 h a 110°C.  Após ser retirado da  estufa o material foi levado novamente a mufla onde foi mantido a 500°C por 1h, e em seguindo foi feita a lavagem da amostra com água destilada. Ao final a amostra foi seca em estufa obtendo o carvão ativado. No processo de ativação química houve um percentual de redução de 60,65 %.  O processo de produção do carvão ativado a partir da cana-de-açúcar apresentou um rendimento de 1,17%.  O carvão ativado produzido apresentou um pH de 5,81 e uma morfologia após a calcinação e ativação química apresentando poros na estrutura fibrosa. O carvão ativado produzido ainda foi submetido a analise de adsorção de íons de chumbo em solução aquosa obtendo-se isotermas de Freundlich, e os resultados de adsorção foram superiores aos obtidos com carvão ativado comercial.</summary>
    <dc:date>2017-06-16T00:00:00Z</dc:date>
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