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  <title>DSpace Communidade: Serão postados aqui os trabalhos referente ao curso de Direto.</title>
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  <subtitle>Serão postados aqui os trabalhos referente ao curso de Direto.</subtitle>
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  <updated>2026-04-15T02:16:53Z</updated>
  <dc:date>2026-04-15T02:16:53Z</dc:date>
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    <title>Paternidade Socioafetiva</title>
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      <name>Júlio César de Souza, Sérgio Aparecido Espigar Júnior</name>
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      <name>André Menezes Delfino</name>
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    <updated>2025-07-04T17:48:29Z</updated>
    <published>2025-07-04T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Paternidade Socioafetiva
Autor(es): Júlio César de Souza, Sérgio Aparecido Espigar Júnior; André Menezes Delfino
Resumo: O presente trabalho aborda a parentalidade socioafetiva no ordenamento jurídico&#xD;
brasileiro, explorando sua evolução histórica, os conceitos fundamentais, os requisitos&#xD;
jurídicos para seu reconhecimento e os efeitos da multiparentalidade. Busca-se compreender&#xD;
como o afeto passou a ocupar um papel central na constituição de vínculos parentais,&#xD;
superando a tradicional ênfase no vínculo biológico. A partir de uma análise doutrinária,&#xD;
legislativa e jurisprudencial, evidencia-se o avanço da proteção jurídica a relações familiares&#xD;
construídas sobre a afetividade, em consonância com os princípios constitucionais da&#xD;
dignidade da pessoa humana e do melhor interesse da criança. Conclui-se pela necessidade de&#xD;
constante evolução normativa e jurisprudencial para consolidar os direitos oriundos dessas&#xD;
relações, especialmente diante das limitações ainda impostas por normativas administrativas.
Descrição: André Menezes Delfino</summary>
    <dc:date>2025-07-04T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O ÔNUS PROBATÓRIO NO FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS: ENTRE A  MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS E A URGÊNCIA CLÍNICA</title>
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      <name>Adriano Celso de Oliveira Júnior, André Menezes Delfino</name>
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    <updated>2025-07-04T17:39:28Z</updated>
    <published>2025-07-04T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O ÔNUS PROBATÓRIO NO FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS: ENTRE A  MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS E A URGÊNCIA CLÍNICA
Autor(es): Adriano Celso de Oliveira Júnior, André Menezes Delfino
Resumo: O presente trabalho analisa o ônus probatório nas demandas judiciais envolvendo o &#xD;
fornecimento de medicamentos, especialmente no contexto da tensão entre a medicina baseada &#xD;
em evidências e a urgência clínica. A pesquisa tem por objetivo discutir a aplicação dos critérios &#xD;
fixados pelos Temas 793 e 500 do Supremo Tribunal Federal (STF), bem como do Tema 1234 &#xD;
do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que tratam, respectivamente, de medicamentos não &#xD;
incorporados ao SUS e de medicamentos sem registro na ANVISA. Aborda-se a dificuldade de &#xD;
compatibilizar a exigência de comprovação científica robusta, prevista nas diretrizes sanitárias, &#xD;
com a necessidade de assegurar o direito à saúde em situações de emergência clínica, sobretudo &#xD;
em casos de doenças raras ou de rápida evolução. O trabalho também ressalta o papel da &#xD;
ANVISA, conforme o art. 12 da Lei nº 6.360/1976, e propõe um equilíbrio entre a segurança &#xD;
sanitária, a proteção da vida e a efetividade dos direitos fundamentais.
Descrição: André Menezes Delfino</summary>
    <dc:date>2025-07-04T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO: CONCEITO E ENFRENTAMENTO NO SETOR RURAL</title>
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      <name>Carmo, Adriana Silva do</name>
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      <name>Oliveira, Ariely Cristina Silva</name>
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      <name>Cespédes, Katia Elisabet Washington</name>
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    <updated>2025-02-25T00:32:35Z</updated>
    <published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO: CONCEITO E ENFRENTAMENTO NO SETOR RURAL
Autor(es): Carmo, Adriana Silva do; Oliveira, Ariely Cristina Silva; Cespédes, Katia Elisabet Washington
Resumo: A pesquisa apresentada aborda a evolução histórica da escravidão no Brasil e suas&#xD;
diferentes formas de manifestação ao longo do tempo. Detalha-se o perfil geral desses&#xD;
trabalhadores e como o fator social e econômico está diretamente ligado a esses inúmeros&#xD;
acontecimentos, instituindo a diferença entre o trabalho escravo antigo ocorrido no Brasil –&#xD;
América antes da promulgação da Lei Aurea e trabalho análogo à escravidão nos tempos atuais.&#xD;
O objetivo é traçar as diversas formas de caracterização deste crime, regiões e setores laborais&#xD;
com maiores incidências, como forma de assegurar os direitos dos trabalhadores através do&#xD;
conhecimento e novas alternativas de fiscalização, além de projetos com a reinserção das&#xD;
vítimas na sociedade, como a instauração da lista suja, o trabalho realizado pela Pastoral da&#xD;
Terra e os movimentos Sindicais, peças-chave para o surgimento da melhora na erradicação do&#xD;
trabalho escravo no Brasil.</summary>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>RACISMO E INJUSTIÇA AMBIENTAL: A RESPONSABILIDADE DO ESTADO NA  PROMOÇÃO DE UM MEIO AMBIENTE SUSTENTÁVEL</title>
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      <name>Alves, Arthur de Falco Farias</name>
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      <name>Silva, Thiago Henrique de Paula</name>
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      <name>Aidar, Adriana Marques</name>
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    <updated>2025-02-24T20:53:34Z</updated>
    <published>2024-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: RACISMO E INJUSTIÇA AMBIENTAL: A RESPONSABILIDADE DO ESTADO NA  PROMOÇÃO DE UM MEIO AMBIENTE SUSTENTÁVEL
Autor(es): Alves, Arthur de Falco Farias; Silva, Thiago Henrique de Paula; Aidar, Adriana Marques
Resumo: A pesquisa investiga a relação entre o racismo ambiental e o colapso dos biomas brasileiros,&#xD;
com ênfase no papel do Estado na promoção da justiça ambiental, em meio a intensificação das&#xD;
queimadas e na degradação climática. A análise demonstra como a histórica desigualdade na&#xD;
distribuição de terras e recursos naturais, marcada pelo racismo, torna as comunidades&#xD;
tradicionais as mais vulneráveis aos impactos ambientais. Através de uma abordagem&#xD;
multidisciplinar, o estudo revela como as políticas públicas, permeadas pelo racismo ambiental,&#xD;
contribuem para a perpetuação dessas desigualdades e para a destruição dos ecossistemas. A&#xD;
pesquisa propõe, assim, uma reflexão crítica sobre os modelos de desenvolvimento e a&#xD;
necessidade de políticas públicas mais justas e equitativas, que promovam a justiça ambiental&#xD;
e a proteção dos biomas brasileiros.</summary>
    <dc:date>2024-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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