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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <title>PRODUÇÃO DE PEQUI EM PÓ POR SECAGEM DE POLPA</title>
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    <description>Título: PRODUÇÃO DE PEQUI EM PÓ POR SECAGEM DE POLPA
Autor(es): SILVA, A. P. R.; ROCHA, W. M.; FINZER, J. R. D.; FERNANDES, D. M.
Resumo: O pequizeiro é uma planta nativa do cerrado brasileiro, e o nome científico é Caryocar brasiliense, cujos frutos são chamados de pequi, apreciados por suas agradáveis peculiaridades de cor, aroma e sabor. O objetivo deste trabalho é transformar polpa de pequi em pó, visando manter o sabor, o aroma e a cor. Utilizando a técnica de secagem por convecção, o produto é convertido do estado fluido para o estado sólido na forma de um pó. Os experimentos foram realizados com a secagem nas seguintes temperaturas: 50°C, 60°C, 90°C e 105°C. Interpretações foram feitas dos resultados experimentais de secagem, moagem, cinzas, pH, BRIX e acidez total. Verificou-se que, para todas as temperaturas experimentais, não houve perda das características sensoriais do pequi. A secagem da polpa de pequi na estufa a 105ºC consistiu em um bom resultado de preservação das características da fruta: cor, aroma e sabor.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>DESEMPENHO DE PROCESSAMENTO INDUSTRIAL DE CANA-DE-AÇÚCAR</title>
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    <description>Título: DESEMPENHO DE PROCESSAMENTO INDUSTRIAL DE CANA-DE-AÇÚCAR
Autor(es): NUNES, T. S.; FINZER, J. R. D.
Resumo: No Brasil existem muitas usinas que utilizando cana-de-açúcar produzem açúcar e álcool e cogeração de energia, com preocupação com o meio ambiente e gerando milhares de empregos diretos e indiretos. O objetivo deste trabalho foi elaborar o balanço de massa e energia de uma usina sucroalcooleira localizada no Triângulo Mineiro, com dados baseados na safra 2017, a qual tem contribuído significativamente para a produção de açúcar e álcool no Estado de Minas Gerais. Nos balanços aplicados&#xD;
à produção de açúcar, álcool e energia foi utilizado o software (Pim’s) o qual é usado diariamente na usina para identificação da produção, perdas e rendimentos.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/929">
    <title>OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DA CAFEÍNA DA CASCA DE CAFÉ DA ESPÉCIE Coffea arabica</title>
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    <description>Título: OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DA CAFEÍNA DA CASCA DE CAFÉ DA ESPÉCIE Coffea arabica
Autor(es): SILVA, T. T.; CAPUCI, A. P. S.; FINZER, J. R. D.
Resumo: A partir do Planejamento Composto Central em cinco níveis (-α, -1, 0, 1, α) com repetição nos pontos centrais, os dados de temperatura e tempo ótimos encontrados, dentro da faixa analisada dessas variáveis pelo teste de hipótese t de Student no software Statistica, foram 149,5 °C e 5,1 minutos, respectivamente, e corresponderam ao teor máximo de cafeína extraída de 0,87% (m/m). No entanto, na prática foi possível extrair 0,56% de 1,3% (m/m) de cafeína em condição otimizada. A cafeína extraída não precisa ser purificada, desde que seja cristalizada a partir da água. O perfil de temperatura de torra definiu que quanto menor for a temperatura e o tempo, maior será a quantidade de cafeína extraída, enquanto que a análise granulométrica definiu que quanto menor for o diâmetro da casca de café, maior será a quantidade do composto obtido. O rendimento obtido da extração de cafeína da casca in natura foi de 0,41% enquanto que a literatura apresenta um teor de 1,3% (m/m). O conteúdo de umidade presente na casca de café in natura e torrada foi de 20,116% e 6,251% (m/m), respectivamente. As considerações finais foram a divergência de teores de cafeína pode ter ocorrido pela não idealidade do processo, como a variação da temperatura, visto que a temperatura tem maior influência no teor de cafeína obtido, e a utilização de torrefador diferente, sendo necessário o estudo de otimização da faixa de parâmetros que se encaixe melhor na configuração do equipamento disposto, e pela condição heterogênea da quantidade de compostos orgânicos e inorgânicos presentes na casca de café.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>COMPARAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE EXTRAÇÃO DA SACAROSE DA CANA DE AÇÚCAR ENTRE A MOENDA E O DIFUSOR</title>
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    <description>Título: COMPARAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE EXTRAÇÃO DA SACAROSE DA CANA DE AÇÚCAR ENTRE A MOENDA E O DIFUSOR
Autor(es): CASTRO, T. M. O.; CAVALLARO, R. J.; BUCEK, E. U.; BEGNINI, M. L.
Resumo: As indústrias sucroenergéticas necessitam de um elevado número de processos, envolvendo inúmeras etapas, requerendo assim vários procedimentos de controle ao longo de toda a cadeia produtiva. Dentro das etapas dos processos podemos destacar a extração da sacarose da cana de açúcar como a principal, sendo ela realizada pela moenda ou pelo difusor atualmente empregada no Brasil. A tendência atual para novas plantas industriais e a aplicação de modernos conceitos tecnológicos, no meio sucroalcooleiro, tem sido responsável pelo aumento de interesse pelo difusor. Ainda predominante neste setor, o sistema de moagem tem apresentado avanços nos rendimentos de extração da sacarose, devido ao uso da automação e instrumentação, que começa a perder espaço para a tecnologia concorrente. Um dos principais motivos para o aumento do prestígio do difusor é a eficiência da extração que pode atingir índices médios de extração entre 97% e 98%, enquanto a moenda pode chegar a 97% na primeira semana da safra e a 96% em condições ótimas. O estudo aqui apresentado utilizou uma metodologia dedutiva bibliográfica e comparativa, buscando referências na literatura e coleta de dados em campo, para estabelecer um referencial do melhor equipamento de extração. Os equipamentos de extração de sacarose a partir da cana-de-açúcar mostraram que na moenda a extração da pol foi superior a 97,5% e que no difusor, atingiu 95%, um valor considerado baixo para um difusor operando em condições normais.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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