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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-15T00:58:24Z</dc:date>
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    <title>ADAPTAÇÃO MARGINAL IN VITRO DE COROAS CERÂMICAS  REFORÇADAS</title>
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    <description>Título: ADAPTAÇÃO MARGINAL IN VITRO DE COROAS CERÂMICAS  REFORÇADAS
Autor(es): SILVA FARIA, JORDANA; Borges, Gilberto Antônio
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar a adaptação cervical de coroas de cerâmica pura (IPS e.maxpress, Cergogold e In Ceram Alumina) em dentes bovinos com dois cimentos antes e depois da cimentação. Noventa incisivos bovinos foram embebidos em resina. As porções coronárias dos dentes foram preparadas para receber coroas totais. Trinta coroas com 7,0 mm de altura, 6,4 mm de diâmetro na base e 4,2 mm de diâmetro no topo foram fabricadas para cada sistema cerâmico. As coroas foram assentadas nos dentes e a discrepância marginal foi mensurada usando um microscópio de mensuração. Então, quinze coroas de cada sistema cerâmico foram cimentadas nos dentes com cimento resinoso (Variolink II) e cimento de ionômero de vidro modificado por resina (Rely X – Luting Cement), e a discrepância marginal foi mensurada. Para o procedimento de mensuração foram confeccionadas 16 marcas em torno da raiz de cada dente preparado, em cada marca foram realizadas 4 mensurações em pontos distintos, totalizando em 64 mensurações por espécime. Os resultados foram submetidos à análises de variância e aos testes t independente e vinculado (p&lt;0,05). Os três sistemas cerâmicos mostraram adaptações cervicais depois da cimentação estatisticamente inferiores à adaptação cervical antes da cimentação para os dois cimentos. O IPS e.maxpress mostrou valores de adaptação cervical estatisticamente superiores ao Cergogold antes da cimentação. Nenhuma diferença estatisticamente significante foi encontrada entre IPS e.maxpress e In Ceram Alumina, e In Ceram e Cergogold. Depois da cimentação nenhuma diferença estatisticamente significante foi encontrada para os três sistemas cerâmicos quando cimentados com agentes de cimentação resinosos ou de ionômero de vidro modificado por resina. Dentro das limitações deste estudo, pode-se concluir que a cimentação aumenta a desadaptação marginal entre a coroa e o preparo para os três sistemas cerâmicos avaliados com dois tipos de agentes de cimentação.</description>
    <dc:date>2011-05-21T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/709">
    <title>EFEITOS DE CICLOS DE QUEIMA NA RESISTÊNCIA BIAXIAL, MICRODUREZA VICKERS E MICROESTRUTURA DE UMA CERÂMICA ODONTOLÓGICA À BASE DE DI-SILICATO DE LÍTIO</title>
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    <description>Título: EFEITOS DE CICLOS DE QUEIMA NA RESISTÊNCIA BIAXIAL, MICRODUREZA VICKERS E MICROESTRUTURA DE UMA CERÂMICA ODONTOLÓGICA À BASE DE DI-SILICATO DE LÍTIO
Autor(es): OLIVEIRA DE SOUZA, DANILO; Borges, Gilberto Antônio
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência biaxial, microdureza Vickers e microestrutura de uma cerâmica à base de di-silicato de lítio após sucessivos ciclos de queima. Cento e cinco discos cerâmicos (IPS e.max®Press, Ivoclar-Vivadent AG, Schaan, Liechtenstein) com dimensões finais de 16 mm (diâmetro) e 0,7 mm (espessura) foram confeccionados e polidos com lixas 360, 400, 600 e 1200. Após a primeira simulação de queima os discos foram divididos em sete grupos (n = 15): C: controle, sem queima adicional; 1Q: uma queima adicional, simulando a aplicação da massa dentinária em primeiro lugar; 2Q: segunda queima adicional, simulando o volume de dentina; 3Q: terceira queima adicional, simulando o esmalte cerâmico; 4Q: quarta queima adicional, simulando um efeito do material cerâmico; 5Q: quinta queima adicional, simulando a correção; 6Q: sexta queima adicional, simulando a mesma situação. Para a resistência biaxial, doze espécimes foram testados usando um anel  de suporte de ensaio de resistência biaxial em uma máquina universal de ensaio (EMIC, São José dos Pinhais, Brasil). Dois espécimes foram testados para microdureza Vickers com 500g de carga durante 15 segundos em um microdurômetro (MV, Shimadzu, Japão). Uma amostra representativa de cada grupo foi examinada por microscopia eletrônica (LEO 435 VP, Cambridge, Inglaterra). Os dados foram analisados estatisticamente usando o teste KruskalWallis e post-hoc de Student Newman Keuls. Para o teste de resistência biaxial, não houve diferença estatística significativa entre os grupos (p &lt;0,05). Para o teste de microdureza Vickers o grupo de queima 1, 3 e 6 não diferiram entre si, mas apresentaram menor número de dureza do que os demais grupos. As imagens de microscópio eletrônico mostraram mudanças em suas configurações de cristal a partir da terceira queima adicional em relação ao grupo controle. Os demais grupos não apresentaram quaisquer alterações nas configurações do cristal em relação ao controle. Dentro das limitações deste estudo foi possível concluir que após sucessivos ciclos de queima a resistência biaxial da cerâmica de di-silicato de lítio não foi afetada, todos os grupos apresentaram altos níveis de dureza e a configuração de cristal alterou depois do 3° ciclo.</description>
    <dc:date>2011-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/708">
    <title>Análise radiográfica, histológica e histomorfométrica da administração local do fator de crescimento  Epidérmico (EGF), carreado por lipossomas, durante o reparo ósseo alveolar em ratos</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/708</link>
    <description>Título: Análise radiográfica, histológica e histomorfométrica da administração local do fator de crescimento  Epidérmico (EGF), carreado por lipossomas, durante o reparo ósseo alveolar em ratos
Autor(es): DA S. CASSIMIRO DE ARAÚJO, MARIANA; Alves, José Bento
Resumo: O processo de reparo ósseo dos maxilares é mediado por uma cascata de eventos moleculares, na qual participam fatores de crescimento e seus receptores. O conhecimento das moléculas sinalizadoras durante a dinâmica da cicatrização alveolar e remodelação dos tecidos periodontais, pode tornar o tratamento mais rápido e permitir, por meio da modulação biológica, o alcance dos objetivos clínicos, estéticos e funcionais, com maior qualidade e menor comprometimento dos tecidos envolvidos. Este trabalho propôs-se a avaliar o efeito da administração local de EGF(Fator de Crescimento epidérmico)veiculado às vesículas de lipossomas, no processo cicatricial em alvéolos dentários de ratos, após exodontia de segundos molares superiores. Foram utilizados 48 ratos machos Wistar com peso corporal entre 250-300g. Após exodontia, os animais foram distribuídos em 3 grupos, os quais receberam microinjeções de: I)- PBS,II)-lipossomas vazios; III)- EGF 20ng/µLLipossoma. Os animais foram sacrificados após 03, 07, 14 e 21 dias. Fragmentos de maxilas foram fixados em FNT 10% por 48 horas, desmineralizados em EDTA 10% e incluídos em parafina. Os fragmentos foram processados para análise histológica (coloração de hematoxilina-eosina-HE) A administração de EGF em lipossoma proporcionou um aumento significativo no reparo ósseo com 14 e 21 dias,obervando um aumento na densidade  radiográfica e na quantidade de osso neoformado para o lado experimental, quando comparado ao lado controle.</description>
    <dc:date>2011-02-18T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/707">
    <title>Avaliação do efeito periférico da 15d-PGJ2 na artrite reumatoide induzida experimentalmente na articulação temporomandibular de ratos</title>
    <link>http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/707</link>
    <description>Título: Avaliação do efeito periférico da 15d-PGJ2 na artrite reumatoide induzida experimentalmente na articulação temporomandibular de ratos
Autor(es): DA SILVA QUINTEIRO, MARIANA; Napimoga, Juliana Trindade Clemente
Resumo: A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica de caráter autoimune que resulta na destruição da cartilagem e ossos. A Articulação temporomanbidular (ATM) quando afetada pela AR pode produzir dor, rigidez articular, limitações de abertura e mordida aberta. Este estudo avaliou o efeito da administração periférica da 15d-PGJ2 no comportamento nociceptivo induzido experimentalmente pela AR na ATM de ratos, bem como seus mecanismos. Ratos Wistar foram imunizados através de injeções subcutâneas de 500 mg de mBSA diluídos em 0,2 ml de emulsão contendo 0,1 ml de fosfato salina (PBS) e 0,1 ml de Adjuvante  Completo de Freund. Injeções de mBSA dissolvido em Adjuvante Incompleto de Freund foram dadas 7 e 14 dias após a primeira imunização. Ratos não imunizados receberam injeções semelhantes, mas sem o antígeno (mBSA). Vinte e um dias após a injeção inicial, a Artrite foi induzida nos animais imunizados através de uma injeção intra-articular de mBSA (1, 3 ou 10 μg/ATM). Ratos não imunizados e imunizados foram desafiados com o mBSA ou com PBS (controle). Os animais foram sacrificados 6, 12, 24 ou 48 horas após a injeção intra-articular do mBSA seguida (15 min) pela injeção de uma dose sublimiar de formalina (0,5%) na ATM. Um conjunto diferente de animais imunizados foram desafiados com mBSA (seguido de injeção com 0,5% de formalina) e receberam diferentes doses de 15d-PGJ2 (30, 100 ou 300 ng/ATM). A hipernocicepção foi avaliada medindo as respostas comportamentais nociceptivas, como coçar a região orofacial e levantar a cabeça. Depois dos experimentos comportamentais, os animais foram anestesiados e tecidos periarticulares foram retirados e homogeneizados. Os sobrenadantes foram utilizados para avaliar os níveis de TNFα, IL-1β e KC por ELISA e também para avaliar a expressão de PKC e PKA por análise de Western Blot. Todos os procedimentos experimentais em animais e os protocolos foram aprovados pelo Comitê em Pesquisa Animal da Universidade de Uberaba (059/2009). A injeção intra-articular do mBSA, mas não PBS, induziu respostas comportamentais nocioceptivas em ratos imunizados. O pico destas respostas foram obtidas utilizando 10 µg/ATM de mBSA após 24h. O pré-tratamento (15min) com 15d-PGJ2 (30, 100 e 300 ng/ATM) inibiu a hipernocicepção induzida pela AR na ATM de uma maneira dose-dependente (47%, 51% e 65% &#xD;
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respectivamente, Tukey p&lt;0,05). Nenhuma das três doses utilizadas reduziu a expressão de TNF-α e IL-1β, mas reduziram a quantidade de KC (72%, 74% e 57% respectivamente, p&lt;0,05). Análises através do Western Blot demonstrou que o uso de 100 ng/ATM da 15d-PGJ2 na ATM com AR induzida foi capaz de reduzir a expressão de PKA (67%, p&lt;0,05), assim  como a expressão de PKC (42%, p&lt;0,05) . No presente estudo, demonstramos que a 15d-PGJ2 foi capaz de reduzir o comportamento nocioceptivo da AR induzida na ATM. Este efeito antinociceptivo está relacionado, em parte, devido à diminuição dos níveis de KC, da expressão da PKA e da PKC na ATM.</description>
    <dc:date>2011-02-24T00:00:00Z</dc:date>
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