Universidade de Uberaba

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  • Tipo de item:Item,
    NOVO FERTILIZANTE ORGANOMINERAL USANDO SUBPRODUTOS DE PROCESSOS INDUSTRIAIS: UMA VISÃO FINANCEIRA DA PRODUÇÃO
    (UNIUBE, 2020-03-06)
    TAVARES CÂNFORA, STWE MARLLON
    Uma das maiores apostas para o futuro do setor agrícola, será o direcionamento de pesquisas relacionadas ao processo de investimento em tecnologias para a produção de fertilizantes organominerais, bem como a formulação, com matérias primas, de fontes alternativas, baseado no princípio de produtividade, e na capacidade de reduzir riscos ambientais, custos, e também minimizar dependência comercial dos fertilizantes minerais, principalmente quando estes são importados. Uma das vantagens analisadas nesta dissertação é no uso de fertilizantes organominerais, de forma eficiente, e o baixo custos de produção. Outra abordagem, tratada, foi a questão da importância dos macronutrientes, para reestruturação do solo, com a reposição de matéria orgânica, a devolução de alguns minerais, como o potássio, que retorna à sua fonte de origem. Com o objetivo de buscar inovação na formulação de um novo fertilizante organomineral, de baixo custo, e eficiência agronômica, foram estudados três fontes, tratadas como matéria-prima, oriundo de processos industriais, classificados como (resíduos) que são: basalto (filler de pó de rocha), cinza do bagaço da cana-de-açúcar, raspa de ureia (varredura), que combinados, oferecerem nutrientes suficientes para atender à demanda de algumas culturas de caráter comercial mais abrangente. Através da análise de fontes bibliográficas de autores citados, percebeu-se a oportunidade existente no mercado de fertilizantes, devido à crescente demanda de áreas plantadas no ano de 2018, assim este estudo englobou, conhecer a necessidade de nutrientes de algumas culturas, para entender se a mistura planejada, atenderia a demanda necessária. A necessidade de formular uma mistura organomineral, também foi pensado sobre o aspecto financeiro, com a apresentação de custos da matéria-prima, dessa forma o estudo além de trazer resultados da eficiência agronômica, traz também a viabilidade financeira do processo de produção. Os custos apresentados têm o objetivo de reafirmar que o produto inovador tem a probabilidade de ter sucesso no mercado, devido aos benefícios, e a simplicidade de processamento. A pesquisa apresentou os resultados em relação ao custo, para investimentos em uma pequena planta de mistura das matérias-primas citadas, em relação ao processo produtivo, com a receita compreendida em R$ 52.0002,46 e lucratividade no processo de formulação em R$ 170.800,00/mês
  • Tipo de item:Item,
    ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS MÉTODOS DE CLORAÇÃO E RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA NA DESINFECÇÃO DE ÁGUA CONTAMINADA COM BACTÉRIAS
    (UNIUBE, 2020-02-27)
    SANTOS RITT, BÁRBARA
    A preocupação com a qualidade dos processos que permitem a biosseguridade da água para consumo humano tem sido alvo de grandes organizações e pesquisadores, visto que o processo de desinfecção, etapa de grande importância nas estações de tratamento de água, não tem alcançado o seu devido propósito. Isso se deve ao fato dos frequentes relatos na ineficiência da dose de inativação de patógenos pelo uso do cloro, que é amplamente utilizado no Brasil, além da formação de subprodutos como trihalometanos e ácidos haloacéticos que são considerados tóxicos a saúde humana. Métodos que possam substituir ou complementar o processo de desinfecção por cloração, minimizando os riscos à saúde humana ganham cada vez mais visibilidade e condições de que seus usos sejam efetivados. A radiação ultravioleta (UV) é um desses métodos de desinfecção que tem sido amplamente explorado, devido à sua eficiência em inativar uma grande variedade de bactérias, vírus, fungos e protozoários, além da ausência da formação de subprodutos. Portanto, o objetivo deste trabalho foi de avaliar o desempenho dos processos de cloração, radiação UV e combinação cloro/UV na inativação das bactérias Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa, ambas indicadoras de qualidade da água. Para isso, água bruta captada no poço da Universidade de Uberaba foi contaminada com Escherichia coli (concentração final 1,5·105 UFC/ml) e Pseudomonas aeruginosa (concentração final 1,5·105 UFC/ml) e em seguida tratada com luz UV (30mJ/cm2 , utilizando o VIQUA ABSOLUTE H2O®), com o cloro a 6,25ppm e por último a associação desses dois métodos, através do Plaqueamento Spread Plate. Utilizando-se o programa GraphPad Prism 7, foi possível verificar que, estatisticamente, o cloro e a UV obtiveram a mesma significância na inativação das bactérias. Em 48 horas, após os tratamentos, as bactérias não mostraram reativação. Desta forma, o estudo realizado permitiu demostrar que 6,25 ppm de cloro foi o suficiente para atingir estatisticamente o mesmo resultado da radiação UV a uma dose de 30mJ/cm2 . A ultravioleta como agente desinfetante agrega sempre eficiência por isso seu uso é difundido e empregado quando se busca excelência em processos.
  • Tipo de item:Item,
    SECAGEM E TRATAMENTO DE LODO DE ABATEDOURO AVÍCOLA PELAS MICRO-ONDAS PARA OBTENÇÃO DE CONDICIONADOR DE SOLO
    (UNIUBE, 2019-10-30)
    COSTA JERÔNIMO, MARTINALIA
    O elevado volume de lodo orgânico (biossólidos) gerado em lagoas de decantação a partir de efluentes de abatedouro avícola, apresenta elevada capacidade poluidora ao meio ambiente, sendo considerado um problema para a indústria, que é responsável pela destinação final deste resíduo, de acordo com a legislação vigente. Seu uso como componente na produção de adubo ou fertilizante orgânico tem que atender as normas quanto ao teor de metais pesados e carga microbiana. Dentre os tratamentos térmicos utilizados, destaca-se os fornos de micro-ondas, que convertem energia elétrica em micro-ondas, onde o aquecimento ocorre pela dissipação da energia eletromagnética. O objetivo deste trabalho é secar e tratar em forno de micro-ondas com cavidade rotativa, em escala piloto, o lodo orgânico obtido da lagoa de decantação, gerado a partir de efluentes de abatedouro avícola e avaliar a capacidade do processo na inativação microbiana deste resíduo. Foi determinado a umidade do lodo por gravimetria, seguido de tratamento prévio a céu aberto para eliminação do excesso de umidade e homogeneização dos lotes provenientes do abatedouro avícola. Foram avaliadas as características do lodo orgânico antes e após tratamento pelas micro-ondas em escala piloto, de cavidade rotativa (tecnologia ONDATEC), tais como: umidade; metais pesados; nutrientes, fertilizantes; pH; propriedades termofísicas; densidade; curva de secagem; calculo da radiação e determinação da carga microbiana avaliada pela leitura da absorção em espectrofotômetro. Os 10 lotes de lodo fornecidos pelo abatedouro avícola apresentaram diferenças quanto a: consistência, umidade, cor e presença de impurezas. A secagem pelas micro-ondas do lodo provenientes do abatedouro não foi viável, exigindo de 8 a 10 horas de irradiação devido ao alto teor de umidade (em torno de 82%) nele presente. Os lotes de lodo recebidos do abatedouro apresentaram variação de umidade e substâncias voláteis (USV) entre 77 a 92%. O tratamento prévio do lodo, além de permitir a homogeneidade dos lotes eliminou o excesso de USV para 62 %, tornando o processo de secagem em forno micro-ondas ONDATEC® viável. A secagem do lodo no processo proposto é eficiente, com redução de até 24 vezes a carga microbiana e redução do volume do lodo em 2/3, diminuindo a necessidade de espaço físico de estocagem. A eficiência do forno micro-ondas utilizado na secagem do lodo a 100oC e no tratamento do lodo a 504oC, foi em torno de 57%. O lodo submetido às micro-ondas apresenta características, que justifica o seu uso como condicionador de solo.
  • Tipo de item:Item,
    TORREFAÇÃO DE MALTES DE CEVADA PARA PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL
    (UNIUBE, 2019-02-26)
    ARAÚJO POUSA PAIVA, FLÁVIO
    Este trabalho tem como objetivo principal o desenvolvimento de um malte especial a partir de um malte base tipo Pilsen. Após a umidificação, o malte Pilsen foi submetido à temperatura de sacarificação para ocorrer a conversão do amido em açúcares ainda dentro do grão. Seguiu-se a etapa de secagem e de torrefação utilizando um torrador de grãos com tambor rotativo. Na torrefação ocorreram as reações de Maillard e de caramelização, que dão sabor, cor e aroma característicos. Para análise dos resultados, foram produzidas cervejas utilizando 75% malte base Pilsen e 25% do malte torrado, que foram comparadas com cerveja produzida com 100% de malte Pilsen. A primeira apresentou cor acobreada intensa, aromas adocicados como de caramelo e aromas de pão e biscoito e sabor também adocicado que remete ao caramelo e açúcar torrado. Um grupo de provadores analisou sensorialmente a diferença global entre a cerveja produzida com malte Pilsen e as demais produzidas com malte torrado, além da aceitabilidade uma análise físico-química do teor alcóolico foi feita no produto. Não foram identificadas diferenças entre os lotes produzidos com malte torrado, e todas tiveram aceitabilidade. O teor alcóolico foi 4,29% v/v na cerveja sem maltes torrados e 4,14% v/v na que utilizou maltes torrados.
  • Tipo de item:Item,
    TORREFAÇÃO DE MALTES DE CEVADA PARA PRODUÇÃO DE CERVEJA ARTESANAL
    (UNIUBE, 2019-02-26)
    ARAÚJO POUSA PAIVA, FLÁVIO
    Este trabalho tem como objetivo principal o desenvolvimento de um malte especial a partir de um malte base tipo Pilsen. Após a umidificação, o malte Pilsen foi submetido à temperatura de sacarificação para ocorrer a conversão do amido em açúcares ainda dentro do grão. Seguiu-se a etapa de secagem e de torrefação utilizando um torrador de grãos com tambor rotativo. Na torrefação ocorreram as reações de Maillard e de caramelização, que dão sabor, cor e aroma característicos. Para análise dos resultados, foram produzidas cervejas utilizando 75% malte base Pilsen e 25% do malte torrado, que foram comparadas com cerveja produzida com 100% de malte Pilsen. A primeira apresentou cor acobreada intensa, aromas adocicados como de caramelo e aromas de pão e biscoito e sabor também adocicado que remete ao caramelo e açúcar torrado. Um grupo de provadores analisou sensorialmente a diferença global entre a cerveja produzida com malte Pilsen e as demais produzidas com malte torrado, além da aceitabilidade uma análise físico-química do teor alcóolico foi feita no produto. Não foram identificadas diferenças entre os lotes produzidos com malte torrado, e todas tiveram aceitabilidade. O teor alcóolico foi 4,29% v/v na cerveja sem maltes torrados e 4,14% v/v na que utilizou maltes torrados.